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CHIPS QUE SE AUTO-CONSERTAM E O ASSUSTADOR FUTURO DA TECNOLOGIA

15/03/2013

Já pensou se existisse um computador que, em vez de pifar, tratasse de se auto-consertar? Já pensou onde isso pode nos levar no futuro?

Então vamos começar pelo factual: pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (vulgo Caltech) estão desenvolvendo chips de smartphone e computador não somente capazes de se defender, mas também reparar-se, em microssegundos.

Dá pra pensar algo mais difícil de destruir que um Wolverine Zumbi? Plmdds...

Dá pra pensar algo mais difícil de destruir que um Wolverine Zumbi? Plmdds...

Na pesquisa, os cientistas quebraram partes diferentes de seus chips Wolverine (o apelido é meu, que acham?) com um laser de alta potência (hey, parece divertido). Então, os chips automaticamente criaram uma rota de desvio e voltaram ao trabalho.

“Foi incrível a primeira vez em que o sistema curou-se”, disse Ali Hajimiri, professor de engenharia elétrica da Caltech. “Presenciamos o próximo passo na evolução dos circuitos integrados. Literalmente explodimos metade dos componentes, como transistores, e foi capaz de recuperar a quase o seu desempenho ideal.”

Os pesquisadores da CalTech usaram uma pancada de sensores nos chips, que monitoram continuamente a temperatura, tensão, corrente e potência. Esses dados são despachados para o processador central, que analisa o desempenho do dispositivo e calcula se alguma coisa precisa ser reparada.

Obviamente, o processador não é capaz de adivinhar cada maldito problema, nem o que fazer em 100% das situações. Por isso, ele foi instruído a tomar as próprias decisões.

“Você diz ao chip os resultados que deseja e deixe-o descobrir como chegar a eles”, disse Steven Bowers, estudante de pós-graduação CalTech envolvido no projeto. “O desafio é que existem mais de 100 mil transistores em cada chip. Não sabemos de todas as coisas diferentes que podem dar errado, mas não precisamos. Projetamos o sistema de uma forma geral o suficiente para que ele encontre o estado ideal em qualquer situação”.

“Trazer esse tipo de sistema imunológico eletrônico aos circuitos integrados abre um mundo de possibilidades”, disse Hajimiri. “Eles agora podem diagnosticar e corrigir os seus próprios problemas, sem qualquer intervenção humana, movendo-se a um passo de circuitos indestrutíveis”.

Se você pensou que um dia isso pode parar no Terminator T-X ou nos nanorobôs replicantes Asurans de Stargate: Atlantis…bem, eu também. Dá um certo medo.
 
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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