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START UP:INVESTIDOR ESTÁ DE BOM-HUMOR COM O BRASIL

11/03/2013

Paulo Oliveira, da Brasil Investimentos & Negócios (Brain), e um dos responsáveis pela seleção das nove aceleradoras escolhidas para o programa de incentivo ao empreendedorismo do governo Dilma, salienta que não há melhor momento para o país apostar em inovação, especialmente, na parte de atração de recursos estrangeiros. São poucos os fundos aqui. Mas eles querem, e muito, apostar e um programa estruturado ajuda muito, diz.

Em entrevista ao Convergência Digital, o diretor da Brain - que teve o olhar da maturidade financeira na escolha dos investidores - diz que as nove aceleradoras selecionadas -Aceleratech, Microsoft, Papaya, Pipa, Wayra, 21212, Fumsoft, Outsource e Start You Up - estão preparadas para o desafio de conduzir e incubar as 100 startups, que serão beneficiadas pelo programa Start Up Brasil, do MCTI.

Muitas podem ser desconhecidas do grande público, mas têm empreendedores, com experiência internacional, no seu comando. Isso vai ajudar muito a criar a base das ações, diz Oliveira. Ao ser indagado sobre fracasso, o executivo da Brain não hesitou. Certamente teremos fracassos. Não há projeto voltado para empreendedorismo que não dêem certo. As aceleradoras terão o papel de absorver e empurrar o processo para a frente, disse.

O momento para o setor de TI impulsiona o aporte em inovação. No mercado especula-se a intenção do BNDES de criar uma NASDAQ brasileira, com o intuito de levar as empresas ao mercado, ação que exige cumprimento de regras rígidas de transparência. Hoje, o banco do governo tem participação em cerca de 30 empresas ligadas à TIC, entre elas, Totovs, Bematech e Linx, que já estão com ações à venda na Bovespa.
 
 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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