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COMÉRCIO ELETRÔNICO DEVE CRESCER 25% EM 2013

05/03/2013

 
O mercado do comércio eletrônico no Brasil está cada vez mais aquecido. No ano passado a área movimentou R$ 22 bilhões e o crescimento estimado para 2013 é de 25%. Os dados revelados pela consultora do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Suely Mioto, durante o Ciclo MPE, realizado em São Paulo na última quinta-feira (dia 28), apontam uma tendência de aumento do número de compras online que pode transformar o modo como as empresas encaram a internet.

Apesar de muitas empresas migrarem para o e-commerce, a maioria delas ainda resiste em manter somente a loja física e não se arriscam em projetos de venda pela internet. Segundo dados do Sebrae, 52,9% das micro, pequenas e médias empresas brasileiras não possuem plataformas para vendas na web.

Para Luís Felipe Cota, cofundador e diretor de Marketing da Goomark, agência de comunicação e marketing para pequenas e médias empresas (PMEs),  este é um grande momento para as empresas investirem nas vendas pela internet. “O mercado está crescendo, já que a comodidade e segurança das compras feitas pela internet atraem um público cada vez maior. Para os empresários, a mudança de comportamento do consumidor representa uma oportunidade de fazer os negócios alavancarem”, avalia Cota.

Influência dos dispositivos móveis

É possível identificar que não somente o público reconhecido como A e B compra pela internet. Diferentes públicos têm buscado itens e assegurado um número de vendas cada vez maior nos e-commerces, já que 53% dos domicílios com computadores ligados à internet estão nas classes C,D e E. Isso sem falar do crescimento do número de dispositivos móveis como tablets e smartphones. Segundo relatório divulgado pela Cisco, o número de smartphones, tablets, laptops e telefones com conexão à internet ultrapassará R$ 7 bilhões em 2013 e, até 2017, estima-se cerca de 1,4 dispositivos por habitante.

Segundo Cota, o aumento da adoção de dispositivos móveis também é um dos responsáveis pelo aquecimento do setor. “As compras pela internet não são novidade no Brasil, mas o modo como é possível realizar a compra faz diferença. As adaptações de sites para esses dispositivos e o tipo de comunicação que chega ao usuário gera interesse. Desse modo, o usuário percebe os benefícios de fazer parte do grupo de consumidores daquela marca que investe em comunicação na rede, tal como pelo relacionamento com nas redes sociais da empresa, e compra em sites que apresentam ofertas exclusivas”, explica o diretor.
 
 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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