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MICROSOFT CRESCE EM CONCEITO ENTRE CONSUMIDORES

22/02/2013

A Microsoft é mais legal do que você possa imaginar, de acordo com uma pesquisa da Reuters/Ipsos.

Segundo o estudo, cerca da metade dos 853 entrevistados entre 18 e 29 anos pensava que a Microsoft é mais legal agora do que era há um ou dois anos.

A fabricante de softwares, frequentemente considerada no Vale do Silício por não ter produtos de desejo que cativem uma nova geração de consumidores orientados para o segmento móvel e mídias sociais, conseguiu superar o Facebook na pesquisa --apenas 42 por cento dos jovens adultos considerou a maior rede social do mundo é mais legal agora do que no passado.

O Twitter obteve 47 por cento, abaixo dos 50 por cento da Microsoft.

Parte dessa percepção sobre a Microsoft deriva de um bem-coordenado esforço de marketing sobre sua recém-chegada linha de tablets Surface, que remodelou a familiar interface do Windows com um visual mais amigável.

Além disso, seu console de videogame Xbox e o acessório de captura de voz e movimentos "Kinect" tem sido um forte apelo a consumidores jovens nos últimos anos.

A Apple, apesar de cair no conceito de muitos investidores de Wall Street, ainda foi bem na pesquisa Reuters/Ipsos, a primeira em uma série que busca medir a percepção de marcas e utilização de produtos para as principais marcas de consumo de tecnologia.

Cerca de 60 por cento dos entrevistados de 18 a 29 anos ainda consideram que a Apple é mais legal agora do que no passado. Mas o Android, do Google, saiu-se ainda melhor, com aceitação de 70 por cento.

Embora o conceito do que é "legal" seja ainda intangível, as percepções de consumidores são essenciais na determinação da longevidade dos produtos, particularmente no dinâmico setor de eletrônicos.

A pesquisa, que será repetida nos próximos meses, incluiu respostas de 4.798 pessoas ouvidas entre 5 e 19 de fevereiro. Os dados são coletados pela Internet entre uma série de candidatos pré-selecionados.

A precisão da pesquisa é medida pela utilização de uma técnica chamada "intervalo de credibilidade" e tem uma margem de precisão de 1,6 ponto percentual. Entre jovens de 18 a 29 anos, esse intervalo é de 3,8 pontos.
 
 
 
 
 
Fonte: Uol

 
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