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10 USOS EFETIVOS DO LINKEDIN PARA EMPRESAS

20/02/2013

Nos últimos meses, volumes crescentes de empresas têm procurado as suas agências online para montar planos de presença no Linkedin, partindo do princípio de que, por ser uma rede mais “profissional”, ela inclui uma parcela mais “premium” de usuários.

Quase sempre, o argumento presente nos briefings compara o Linkedin com o Facebook, deixando claro que, enquanto a segunda é uma rede mais voltada para relacionamentos pessoais, é a primeira que deve concentrar pessoas mais propensas a fazer negócio.

Muito embora o Linkedin seja, de fato, uma rede social com foco mais profissional, isso não significa que ela substitua o Facebook em uma estratégia de relacionamento. Antes de traçar qualquer estratégia, aliás, é importante observar os seguintes dados:

  1. De acordo com estudo da M. Sense, dos 95% de usuários brasileiros que acessaram ao menos uma rede social nos últimos 30 dias, 86% acessaram o Facebook e apenas 22% o Linkedin.
  2. O mesmo estudo aponta que 72% dos usuários acessa o Facebook diariamente – número que cai para 28% no caso do Linkedin.

O que isso nos diz?
De imediato, que, muito provavelmente, o usuário que está no Linkedin é o mesmo que está no Facebook – com a diferença de que ele passa mais tempo e mais vezes ao dia na segunda (e mais popular) rede. Localizar a pessoa certa para fazer negócios, portanto, passa a ser uma tarefa mais de segmentação do que de seleção entre uma ou outra mídia.

O Linkedin é um investimento desnecessário?
De forma alguma. Muito embora seja consideravelmente mais fácil e rápido estruturar uma presença robusta no Facebook (com mídia barata e abundância de usuários e agências especializadas), um relacionamento formado a partir do Linkedin tem vantagens que podem (e devem) ser exploradas por negócios de todos os portes.

Em primeiro lugar, porque conquistar um lugar ao sol no Linkedin é resultado de um esforço maior, que envolve uma participação em grupos e threads de discussão muito mais intensas (quantitativa e qualitativamente). O usuário reconhece isso e, por consequência, inaugura uma relação com a empresa pautada por mais confiança, credibilidade e empatia.

Em segundo lugar, porque o acesso a qualquer rede depende sempre da motivação do usuário. Enquanto redes como o Facebook, Twitter e outras podem envolver uma vasta gama de motivações, o Linkedin efetivamente gira em torno de um único propósito: enriquecer relações profissionais.

Isso posto, quais as melhores práticas e técnicas para se atuar nessa rede que tem se destacado, em parte, justamente por ser tão diferente das demais?

10 melhores práticas para o Linkedin

1) Monte uma página corporativa
Nem todas as empresas tem, mas uma página corporativa é fundamental para que se consiga “institucionalizar” a presença de uma marca nessa rede e deixar claros os seus propósitos. Em paralelo, a página da corporativa permitirá que você reúna, no mesmo ambiente, todos os funcionários da empresa – potencializando de maneira significativa o poder colaborativo de formação de marca a partir do envolvimento natural de todos.

Se uma empresa é resultado da soma de seus colaboradores, esse é o melhor ambiente para defini-la bem para todo o mundo.

2) Transforme sua página em um “hub corporativo”
A página da empresa (e do próprio perfil profissional, aliás) pode servir como uma espécie de hub de informações – uma central a partir da qual os usuários poderão ser direcionados a diferentes plataformas de acordo com as suas demandas de relacionamento. O canal de atendimento da empresa tem um endereço próprio? Deixe isso público. Há uma ambiente no Slideshare que reúna apresentações e whitepapers técnicos? Deixe isso claro. Quanto mais a página corporativa for trabalhada como uma central da empresa, mais utilidade ela terá para os seus visitantes.

3) Participe de grupos de discussão
Toda empresa é, obviamente, especializada em alguma coisa (seja um tipo de  produto ou uma gama de serviços). Assim, localizar grupos que debatam um determinado tópico no qual a sua empresa é especializada e participar dele é um caminho perfeito para fazer o marketing necessário para atrair públicos mais exigentes.

Cabe um alerta aqui: discussões em grupos no Linkedin costumam ser muito mais aprofundadas do que em outras redes, o que significa que dificilmente uma agência online conseguirá desempenhar esse papel como “ghost-writer”. É a própria empresa quem deve eleger um ou mais representantes dentro de seus quadros para participar de forma ativa e construtiva.

4) Responda a usuários
Por meio das Perguntas e Respostas, muitos usuários postam questões que ficam abertas a todo e qualquer perfil. É fácil detectar quais as perguntas que mais tenham a ver com o seu negócio, respondendo-as de maneira pro-ativa. Ao fazer isso, consegue-se iniciar um relacionamento diretamente a partir de uma ajuda concreta dada diretamente ao seu público-alvo.

No mínimo, isso é certamente mais eficaz do que fazer qualquer tipo de propaganda.

5) Pergunte aos usuários
Se você quer que usuários se envolvam com a sua marca, então dê a eles ferramentas para isso. Se há um novo projeto no qual a empresa estiver trabalhando, há também a oportunidade perfeita para pedir a colaboração da sua rede, seja por meio de perguntas mais abertas ou por enquetes montadas na própria página.

6) Atualize seu status
Ter um status atualizado, da mesma forma que no Twitter ou Facebook, é essencial para que o seu perfil esteja sempre “fresco” e aparecendo para a sua base de seguidores.

Mas nunca é demais relembrar que o Linkedin é uma rede essencialmente profissional – e que deve-se postar nela apenas informações profissionalmente pertinentes. Quer compartilhar uma foto de seu filho recém nascido? Faça isso em outro lugar.

7) Mantenha o seu perfil sempre completo e “vendedor”
Quanto mais informações estiverem presentes em um perfil, mais completo ele será – e mais fácil será para outros usuários se conectarem a você. Mas atenção: isso não significa que você deva montar textos prolixos e intermináveis. Informação completa nunca deve ser entendida como sinônimo de perfis desnecessariamente longos.

8) Crie buscas salvas
No Linkedin, é possível salvar buscas com filtros que determinam exatamente o perfil de profissional que você busca como cliente. Fazendo isso, o próprio Linkedin te notificará sempre que alguém que tenha essas características entrar em sua rede estendida, permitindo uma atuação mais direta e quase cirúrgica de marketing.

Poucas empresas utilizam esse recurso, que pode ser um dos mais valiosos (e diferenciados) de toda a rede.

9) Explore os aplicativos
Como toda boa rede, o Linkedin tem aplicativos que podem ser bem úteis para todos os negócios e perfis, permitindo uma melhor definição de características e formas mais práticas de se compartilhar conhecimento. Esses aplicativos podem ser utilizados para complementar de maneira extremamente rica o seu perfil, deixando-o mais relevante para todos os usuários (e despertando mais interesse e curiosidade).

10) Seja seletivo nas suas conexões
Diferentemente do Facebook (e da maioria das redes), as conexões feitas no Linkedin são mais relevantes pela qualidade do que pela quantidade. Afinal, é como já mencionado, a contratação de agências online como “ghost writers” – algo comum em outras redes –  é algo mais complicado aqui justamente pela necessidade de conhecimento especializado envolvido nas interações.

Isso significa também que você precisará dispor de tempo para responder e interagir de maneira direta com as suas conexões. E, se sair criando conexões com milhares e milhares de usuários, dificilmente conseguirá estar presente de forma efetiva para todos. A regra é simples: quanto mais selecionada a dedo for a sua rede, mais atenção você conseguirá dar a ela – e, consequentemente,  maior será o seu potencial de geração de negócios.

Ou seja…
Como toda rede social, o Linkedin é um ambiente feito para se socializar, mesmo que envolvendo um estilo mais corporativo. O mais difícil em utilizá-lo é justamente entender a necessidade de se quebrar alguns paradigmas – como privilegiar a qualidade das conexões (muitas vezes em detrimento da quantidade) e participar ativamente (ao invés de contratar agências que façam isso por você).

Ainda assim, estar presente lá é uma maneira diferenciada e extremamente efetiva de marcar para o seu público-alvo que você realmente é especializado, na prática, em tudo o que você tanto diz ser em seus discursos comerciais.

E essa comprovação de saber sempre será algo muito, muito valioso.

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Fonte: IdgNow

 
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