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SITES DE PORNOGRAFIA SÃO MENOS PERIGOSOS DO QUE AS REDES SOCIAIS, AFIRMA ESTUDO

01/02/2013

A Cisco apresentou nesta quarta-feira, 30, dois estudos globais de segurança que revelam os desafios enfrentados pelos internautas e corporações. 

Diferente do que se imagina, o relatório afirma que os locais com maior concentração de ameaças na rede não são sites de pornografia, apostas ou produtos farmacêuticos, mas páginas populares, como de buscas, varejo e mídia sociais.

A pesquisa revela que a probabilidade do internauta receber conteúdo malicioso em sites de softwares pirata é 21 vezes menor do que em sites de compras online e 27 vezes menor do que em sites de buscas. Já a publicidade online têm 182 vezes mais probabilidade de apresentar vírus do que páginas de pornografia.

O relatório ainda aponta que em 2012 houve uma mudança significativa no cenário global. A China caiu da segunda posição como país mais atacado pormalware em 2011, para o sexto lugar no ano passado. E os Estados Unidos mantiveram a primeira posição, com 33% das ocorrências de malware no mundo. O Brasil não aparece entre os dez mais atacados. Veja o ranking abaixo.

1. Estados Unidos 33,14%
2. Federação Russa 9,79%
3. Dinamarca 9,55%
4. Suécia 9,27%
5. Alemanha 6,11%
6. China 5,65%
7. Reino Unido 4,07%
8. Turquia 2,63%
9. Holanda 2,27%
10. Irlanda 1,95%

Sobre o estudo

O terceiro Cisco Connected World Technology Report foi encomendado pela Cisco e realizado pela InsightExpress, empresa independente de pesquisa de mercado com sede nos Estados Unidos. 

O estudo global consiste em duas pesquisas: uma centrada em estudantes universitários e jovens trabalhadores entre 18 e 30 anos de idade, e a segunda centrada em profissionais de TI em vários setores. 

Cada pesquisa inclui 100 entrevistados de cada um dos 18 países, resultando em um grupo de 3,6 mil pessoas. Os 18 países são: Estados Unidos, Canadá, México, Brasil, Argentina, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Rússia, Polônia, Turquia, África do Sul, Índia, China, Japão, Coreia do Sul e Austrália. 

Para ver o estudo completo (em inglês), clique aqui
 
 
 
 
Fonte: Olhar digital

 
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