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MAIS DE 20% DAS EMPRESAS BRASILEIRAS GUARDAM DADOS EM TABLETS E SMARTPHONES

28/12/2012

Smartphones e tablets armazenam informações de empresas de todos os portes e em nível global. No caso das grandes companhias, esse índice corresponde a 14%, contra 11% para as pequenas e médias empresas (PMEs). O número é ainda mais alto em determinados países, como Índia (62%) Austrália e Nova Zelândia (46%),  Itália (38%) e Brasil (21%).

As conclusões são da Symantec, que lançou na América Latina seu primeiro Índice de Informações Digitais para ressaltar o impacto significativo que a computação na nuvem e a mobilidade estão tendo sobre as empresas atualmente.

Globalmente, quase metade (46%) das informações de uma organização está sendo armazenada fora de seu próprio datacenter. Com 53%, as PMEs superam as grandes nas informações armazenadas fora de seus firewalls, considerando dispositivos móveis e laptops. Em alguns países, esse número chega a mais da metade, como Brasil (50%), Índia (83%), China e Cingapura (60%). 

Informações não exatamente armazenadas, mas mesmo assim acessadas via dispositivos móveis, têm um índice ainda mais alto, de 28% no mundo todo. Aqui, novamente, vemos as empresas de grande porte liderar, com 31% contra 25% para as PMEs. E de novo a Índia tem um índice superior à média, com 43% de suas informações sendo acessadas em smartphones e tablets, seguida do Brasil (42%), Cingapura (39%) e Malásia (38%).

As tecnologias modernas e a dispersão dos dados claramente apresentam benefícios. Porém, mais de um quarto das empresas entrevistadas tiveram de enfrentar desafios decorrentes disso. A exposição de informações confidenciais como resultado da perda ou roubo de dispositivos móveis, por exemplo, foi apontada por mais de um terço das empresas.

Além disso, as vantagens em termos de custo e agilidade estão levando a um uso significativo da computação na nuvem para o armazenamento de informações corporativas. Globalmente, quase um quarto (23%) dos dados de negócios está na nuvem, divididos em implantações públicas, privadas e híbridas. Esse número é particularmente alto na Indonésia (45%), China (39%), Vietnã (34%) e Japão (32%). No Brasil, o índice está pouco abaixo da média global (18%).
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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