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JOHN MCAFEE CONSEGUE NA JUSTIÇA CONTINUAR NA GUATEMALA

11/12/2012

 

Os advogados de McAfee recorreram a um tribunal guatemalteco para ele permanecer no país até que um recurso contra o pedido de deportação para Belize seja julgado, o que pode demorar meses.

$escape.getQuote()O governo da Guatemala respeita os tribunais e temos de esperar que tomem a decisão$escape.getQuote(), disse o porta-voz do governo guatemalteco, Francisco Cuevas.

O governo inicialmente havia anunciado que o deportaria de imediato, depois de rejeitar o pedido de asilo de McAfee, na quinta-feira.

A Guatemala na quarta-feira deteve o norte-americano que fez fortuna com software no Vale do Silício por ter ingressado ilegalmente no país com a namorada de 20 anos.

As autoridades de Belize querem interrogar McAfee por $escape.getQuote()possível envolvimento$escape.getQuote() no assassinato do norte-americano Gregory Faull, vizinho dele em Ambergris Cave, uma ilha no Caribe.

O tribunal tem até 30 dias para decidir quanto à petição, mas os advogados de McAfee preveem uma decisão favorável ao norte-americano já nesta segunda-feira.

$escape.getQuote()Estamos apresentando recursos ao tribunal para que permitam que eu fique no país por tempo suficiente para que o mundo perceba a injustiça de me enviar de volta a Belize$escape.getQuote(), disse McAfee em uma entrevista coletiva online na noite de domingo.

McAfee estava foragido da polícia de Belize há quase um mês, alegando ter medo de que o matem e que está sendo perseguido por protestar contra o partido governante do país. O primeiro-ministro de Belize rejeitou as alegações, chamando o norte-americano de paranoico e maluco.

O advogado de McAfee, Telesforo Guerra, disse que, se a petição ao tribunal for bem-sucedida, o norte-americano poderia ficar no país até que os processos em que está envolvido tenham uma conclusão.O pioneiro do software John McAfee, que pode ser deportado da Guatemala a Belize para responder ao interrogatório sobre a morte de um vizinho, conseguiu ganhar tempo por meio de recursos judiciais, anunciou o governo guatemalteco.
 
 
 
Fonte: Uol

 
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