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CONEXÃO GIGABIT FAZ TANTA DIFERENÇA?

19/11/2012

Quando falamos em conexões de computadores, a maioria já está acostumado com a ideia de que nem sempre (melhor, quase nunca) as taxas de transferência anunciadas acontecerão na prática. Uma série de fatores influenciam nisto, já que enviar um arquivo de um aparelho ao outro é algo cheio de "potenciais gargalos" ao longo do caminho, e se a transferência é via internet a coisa complica ainda mais.

Para quem está cogitando substituir seu roteador ou switch para um mais moderno, dentro do padrão "Gigabit", uma análise feita recentemente por aqui nos deu uma ideia do impacto que esta troca causa na performance, algo interessante para quem não confia simplesmente em números publicitários, e quer mesmo é saber como a coisa rola no "pega pra capar".

Após substituírmos o antigo switch Intelbras SF 1600D, com taxa de transferência de até 200Mbps em FullDuplex pelo Intelbras SG 2400 QR, Switch rack de 24 portas com suporte a conexão Gigabit (até 2000Mbps), vimos uma diferença sensível nos testes de transferência do WD Live Book.

Cópia de Arquivos (16GB)

Dispositivo externo para PC (leitura)

Synology Synology DS213
662
Western Digital WD My Live Book (2TB)
1158
Western Digital WD Caviar Blue 500 GB SATA II
1826
Western Digital WD My Live Book (2TB)
2254
  • • Resultado em segundos
  • • Teste copiando 16GB entre o HD e o dispositivo de armazenamento
  • • Quanto MENOR, melhor

Rodapé

Cópia de Arquivos (16GB)

PC para dispositivo externo (escrita)

Synology Synology DS213
620
Western Digital WD My Live Book (2TB)
1041
Western Digital WD Caviar Blue 500 GB SATA II
2119
Western Digital WD My Live Book (2TB)
2300
  • • Resultado em segundos
  • • Teste copiando 16GB entre o HD e o dispositivo de armazenamento
  • • Quanto MENOR, melhor

Rodapé

Apesar da diferença teórica de 10 vezes (100Mbps para 1000Mbps), vemos novamente que na prática não é bem assim que funciona. Nos dois testes com o WD Live Book, vemos que a substituição por uma conexão Gigabit baixou pela metade o tempo necessário para copias de arquivos. Não chega a ser 10x, mas não deixa de ser uma diferença considerável, afinal são quase 20 minutos do seu tempo economizados.

Como já aconteceu com testes comparando o USB 2.0 com USB 3.0 (que também trazia uma diferença de transferência teórica de 10x) vemos novamente que não basta a leitura da velocidade nominal para saber o impacto que os novos padrões trazem para o uso cotidiano. Vale a pena trocar? Com certeza, especialmente quem possui muitos dispositivos em sua rede, afinal o dobro de velocidade não é algo que se despreze. Só não vá pensar que 1000Mbps vai ser dez vezes melhor que 100Mbps. Não que a conexão gigabit não seja capaz de entregar esta velocidade (teóricos 125 megabytes por segundo), mas sim porque seu gargalo pode passar a ser outro (em nosso caso, a velocidade do disco do WD Live Book).
 
 
 
 
Fonte: Adrenaline

 
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