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FOXCONN GARANTE SEGUIR À RISCA LEIS TRABALHISTAS BRASILEIRAS

25/09/2012

Desde a semana passada a Foxconn está em voga. Na China, trabalhadores revoltados fizeram uma das unidades da fábrica, localizada em Taiwan, fechar. Já no Brasil, a companhia anunciou  investimento de R$ 1 bilhão para a construção de uma nova planta no país, em Itu (São Paulo), a partir de 2014.

Enquando a Foxconn chinesa é alvo de denúncias de supostas más condições de trabalho, por aqui a filial brasileira garante que a situação é bastante diferente. O Olhar Digital entrou em contato com a Foxconn Brasil nesta segunda-feira, 24, e a companhia declarou que "segue à risca todas as leis trabalhistas previstas no Brasil, e oferece salários e pacotes de benefícios adequados com a categoria". 

"Todos os nossos colaboradores são contratados em regime de CLT, sem nenhuma ligação com a matriz", comentou a empresa. "A Foxconn Brasil nada tem a ver com as denúncias de más condições de trabalho na Foxconn China, portanto, as contratações são realizadas normalmente", completou.

Em maio deste ano, trabalhadores brasileiros de Jundiaí, interior de São Paulo, ameaçaram entrar em greve na tentativa de melhorar a situação dentro da fábrica. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos da cidade, os funcionários da Foxconn Brasil sofriam com falta de água, dificuldade com alimentação e transporte. O sindicato deu prazo de dez dias para a empresa solucionar os problemas, mas a companhia resolveu as pendências antes do tempo estipulado e os colaboradores desistiram da greve.

Nova fábrica em Itu

A empresa afirmou que a nova fábrica no Brasil será a maior em solo brasileiro, mercado que, atualmente, corresponde a 1,5% do total da companhia. A nova planta está em busca de técnicos e engenheiros especializados na área de eletrônica e manufatura, além das áreas normais de qualquer empresa (logística, RH, financeiro etc). Cerca de 10 mil empregos diretos devem ser criados.

Segundo a empresa, os incentivos fiscais oferecidos pelas cidades e a mão de obra qualificada contribuíram para a vinda da Foxconn para o país. "O Brasil tem potencial para se tornar um exportador de produtos para toda a América Latina, o que seria muito mais vantajoso do que trazer os produtos da China pra cá", concluiu.

 
Fonte: Olhar Digital

 
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