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GAMES: CONTROLE PELA MENTE É CADA VEZ MAIS PROMISSOR

01/06/2012

 
 
 

Quem gosta de videogames mal teve tempo de explorar completamente todas as possibilidades que o controle por voz e gestos trouxe ao mundo dos jogos eletrônicos. Essas possibilidades vão ficar muito maiores com a próxima geração de consoles, mas no horizonte começa a despontar uma novidade que há pouquíssimo tempo pareceria loucura: controle dos games pela mente.

Isso porque nos EUA, na Europa e no Japão empresas já estão lançando sensores que, colocados na cabeça (sobre o cabelo mesmo, nada invasivo, como poderia se pensar), traduzem ondas cerebrais em informação digital, que serve como comando eletrônico em diversos jogos (que também já são vendidos em lojas de aplicativos).

Não estamos falando de games muito complexos: são desafios de concentração e atenção, jogos de memória e softwares que precisam de comandos simples para funcionar, mas mesmo assim já representam uma experiência completamente diferente de tudo que vimos até hoje.

Por enquanto, as tecnologias (pelo menos da área de games) estão confinadas a comandos eletrônicos. Nos EUA, uma empresa chamada NeuroSky já está vendendo um headset (parecido com um fone de ouvido) que interpreta ondas cerebrais. O dispositivo custa U$ 129. A companhia trabalha agora com cerca de 1.700 desenvolvedores de software para criar pequenos jogos que façam uso desse produto. Uma vez aprovados, os joguinhos para computador são vendidos em uma loja de aplicativos, a preços que variam de US$ 5 a US$ 150.

Se quiser conhecer essa loja, clique aqui.

Apesar da tecnologia ser direcionada principalmente a games, uma empresa em Londres chamada MyndPlay usa os chips da NeuroSky em um produto próprio: um headset cuja função é ?ler? os pensamentos do usuário e determinar finais alternativos a pequenos filmes e vídeos que a própria MyndPlay produz.

Está claro que todas essas aplicações são ainda muito embrionárias. Mas a velocidade da evolução dessas tecnologias cria uma expectativa otimista quanto ao que veremos ser lançado em 5, 10 ou 30 anos.
 
 
 
Fonte: Planet Tech

 
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