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SMARTPHONE DEVE VIRAR MEIO DE PAGAMENTO COMUM ATÉ 2020, DIZ PESQUISA

18/04/2012

O uso de smartphones e tablets digitais como meios de pagamento associados ou substituindo o dinheiro e o cartão de crédito será comum em uma década, segundo uma pesquisa do Centro de Pesquisas Pew publicada nesta terça-feira (17) nos EUA.

Sessenta e cinco por cento dos "interessados em tecnologia" que responderam à pesquisa realizada pelo Pew Research Center e pela Universidade Elon concordam que esses dispositivos de bolso serão um meio de pagamento frequente em 2020.

"A data de 2020 pode ser um pouco otimista, mas estou certo de que isso acontecerá", disse o economista-chefe do Google, Hal Varian, em resposta à pesquisa.

"O que há em sua carteira agora? Documento de identidade, meios de pagamento e artigos pessoais", continuou. "Tudo isso pode estar facilmente em um dispositivo móvel e inevitavelmente estará."

O Google lançou no ano passado um serviço "Wallet" que permite que os telefones móveis mais sofisticados equipados com seu sistema operacional Android sejam utilizados como meio de pagamento em compras nas lojas.

Muitas das 1.021 pessoas pesquisadas disseram que a segurança e a comodidade estarão entre os fatores que farão as pessoas decidirem usar os telefones inteligentes ou tablets em substituição ao dinheiro e aos cartões de crédito.

Alguns dos que se mostraram otimistas sobre esse uso dos smartphones acreditam que essa tendência será prejudicada por temores em relação à privacidade e à falta de infraestrutura e pela resistência das companhias de cartões de crédito e de outras empresas que se beneficiam do sistema atual.

Quase nenhum dos pesquisados espera que o dinheiro ou os cartões de crédito desapareçam por completo, segundo Pew.

"Devido às preocupações acerca da tecnologia, à resistência dos fornecedores atuais e à natureza em geral lenta das mudanças, há um sentimento bastante consistente entre os especialistas de que os pagamentos móveis existirão em um espectro, junto com outras opções monetárias", disse Aaron Smith, um dos autores do estudo.

"De fato, alguns esperam que estes serviços sejam adotados mais rapidamente e de forma generalizada no mundo em desenvolvimento, devido à falta de um setor bancário forte e de hábitos de consumo arraigados".
 
 
 
Fonte: Folha

 
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