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PORNOGRAFIA NA WEB: UMA INDÚSTRIA A PLENO VAPOR

11/04/2012

Boa parte do tráfego constante de dados na internet se origina da pornografia, um setor que pode ter perdido muito no mercado de vendas físicas, mas que só continua a crescer dentro da web. Assim como grandes redes sociais, existem cada vez mais sites especializados nesse tipo de material, gerando cada vez mais lucros.

Mas as gigantes da pornografia parecem ganhar mais do que se imagina. Segundo o Extreme Tech, a empresa DoubleClick Ad Planner levantou uma série de informações para descobrir o quão grande são essas empresas. De acordo com o relatório, o maior site de pornografia hoje é o Xvideos, que tem mais de 4,4 bilhões de pageviews ao mês (algo em torno dos 35 a 40 Petabytes mensais). Para se ter uma noção, isso equivale a quase três vezes mais o que os sites do canal de notícias americano CNN e de esporte ESPN têm hoje.

Já a segunda maior página de conteúdo pornográfico é o YouPorn, que ofereceu dados que se diferem um pouco das estimativas da DoubleClick. Ao total, o site pornô garante que hospeda mais de 100 Terabytes de pornografia, tem mais de 100 milhões de visitas diárias (30 bilhões ao mês), transfere mais de 28 PB mensalmente - a maioria de streaming de vídeo - e, em horários de pico, 4.000 novas páginas são abertas por segundo. Para entregar isso tudo, é usada uma conexão de 800 Gb/s nos seus servidores.

Outro dado interessante do estudo revela que o tempo médio gasto em um link com temática sexual é entre 15 e 20 minutos por dia, contra entre 3 e 6 dos demais sites. Além disso, no caso do Xvideos, 82% do público que o acessa é masculino, contra 18% do feminino.

Isso só mostra o potencial das grandes companhias do setor pornográfico. A DoubleClick ainda afirma que os dois maiores sites de pornografia do planeta estão perto de alcançar o patamar do Twitter, que tem estimados 5,9 bilhões de acessos por mês. No entanto, eles ainda ficam bem distantes do Facebook, que ultrapassa 1 trilhão de pageviews ao mês.

E esse é apenas o começo, pois o mercado sexual também tem obtido espaço no mundo mobile. O Windows Phone, por exemplo, sofre de um mal enfrentado por toda plataforma, em seu início de vida: a falta de demanda. Por isso, aplicações terceirizadas são raras dentro do Windows Marketplace, a loja virtual da Microsoft. Fora os mais famosos (Facebook, Twitter, Angry Birds e afins), são poucos os softwares criados por desenvolvedores independentes - autônomos ou membros de algum estúdio. Isso, de certa forma, acaba abrindo ainda mais caminho para material erótico.

 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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