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TELES DEFENDEM MUDANÇAS EM EDITAL DE LEILÃO PARA 4G

01/02/2012 01:00:00

As teles pediram alteração da proposta do edital para licitação da frequência de 2,5 GHz, que será adotada no Brasil para prestação dos serviços de 4G baseados no padrão Long Term Evolution (LTE). A propota da foi debatida em auduência pública promovida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na manhã desta terça-feira (31/01), em Brasília (DF). Na ocaisão, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) se manifestou contra o regulamento e sugeriu que o leilão desvincule essa faixa da de 450 MHz. 

O SindiTelebrasil argumenta que as faixas de 2,5 GHz e de 450 MHz possuem características e finalidades distintas. Segundo a associação, o regulamento tem outros dois pontos críticos: compromissos de abrangência inadequados às características da faixa de 2,5 GHz e a não destinação da faixa de 700 MHz para os serviços móveis.

Outro argumento do sindicato ressaltou é de que a tecnologia disponível para uso na subfaixa de 450 MHz não é indicada para o caso brasileiro, pois não há sinergia com as demais tecnologias em operação. Essa essa faixa, segundo a entidade, tem menor capacidade para transmissão de dados, pouca escala de produção e evolução incerta.

A subfaixa de 2,5 GHz, pelas suas características técnicas e funcionais, é ideal para atender às necessidades de capacidade de dados e não de cobertura, informa o sindicato. Assim sendo, as metas de cobertura previstas no edital, para o uso dessa frequência, exigirão altos níveis de novos investimentos que deverão ser feitos sem que ainda tenha ocorrido a amortização do capital aplicado para o atendimento do edital de 3G.

Mudanças propostas

O SindiTelebrasil ressaltou que as características técnicas e funcionais da tecnologia LTE em 700 MHz, que combina cobertura e capacidade de forma efetiva, fazem com que o uso dessa subfaixa se apresente como uma alternativa disponível e viável para o atendimento de áreas com alta e baixa densidade econômica e de áreas rurais. Essa solução é compatível tanto com as redes 3G existentes quanto com as futuras que utilizarão as frequências de 2,5 GHz.

A entidade sugeriu a desvinculação das faixas de 450 MHz e de 2,5 GHz e solicitou a fixação de metas de cobertura do serviço de 4G apenas para a as cidades-sede e sub-sedes da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014. Evidenciou também a importância de que sejam estabelecidos mecanismos para cobertura e atendimento de áreas rurais e remotas, com recursos públicos, especialmente os de fundos setoriais de telecomunicações.
 
 
 
Fonte: Computerworld

 
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