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92% DOS EMPRESÁRIOS BRASILEIROS PRETENDEM AUMENTAR OS SALÁRIOS EM 2012

31/01/2012 01:00:00

 

De acordo com dados do International Business Report (IBR) 2012 da Grant Thornton, 92% dos empresários brasileiros pretendem aumentar o salário dos seus colaboradores nos próximos doze meses, isto representa um aumento de 18 pontos porcentuais na comparação com o  dado apurado no terceiro trimestre. O percentual ficou bem acima da média global (66%). A pesquisa engloba mais de 11.500 mil empresas privadas em 40 países.

Entre os países que mais pretendem elevar a remuneração de seus funcionários estão: Argentina (100%), México (98%), Suécia (95%), Bélgica (90%), Canadá (88%), Índia (87%) e Austrália (85%). Entre os mais pessimistas com relação à remuneração aparece a Grécia (4%) e o Japão (24%), ambos apresentando queda de 16 pontos percentuais e 9 pontos percentuais em relação ao último trimestre.

Dos donos e diretores entrevistados no Brasil que pretendem elevar os salários, 40% disseram que o aumento deve ser acima da inflação, 10 pontos a mais do que no último trimestre.  O empresariado da Tailândia (78%) e do Peru (52%) são os que mais esperam aumentar os salários acima da inflação.

?A retenção de talentos continua sendo um dos principais fatores que estimula os empresários a melhorarem a remuneração de seus funcionários, lembrando que o mercado é cada vez mais concorrido. É muito positivo ter 40% das empresas privadas falando de elevações acima da inflação, porque assim os trabalhadores não perderão poder de compra?, avalia Javier Martínez, responsável pelo IBR na América Latina da Grant Thornton.

Regionalmente, a América Latina e os países Nórdicos e (93% e 86%, respectivamente) apresentam o maior percentual de empresários que devem elevar os salários nos próximos doze meses. Em seguida aparece a América do Norte (77%) e G7 (61%).

No consolidado de 2011, 84% dos empresários brasileiros esperam elevar salários, 14 p.p a mais que o registrado em 2010, 10ª posição no ranking global, mas o ultimo dos países latino-americanos. A expectativa é positiva na maioria das economias pesquisadas, lideradas por Argentina (95%), Suécia (93%) e África do Sul (92%). No fim da tabela aparecem Grécia (11%), Irlanda (17%) e Itália (22%).


 
 
Fonte: Convergencia Digital
 

 
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