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NOVO IPHONE CONSOME DUAS VEZES MAIS DADOS QUE MODELO ANTERIOR

09/01/2012 01:00:00

O novo iPhone 4S consome, em média, duas vezes mais dados que o modelo anterior e ainda mais que o tablet iPad, pelo uso crescente de serviços on-line como o software de voz Siri, conforme estudo divulgado nesta sexta-feira.

Quando a Apple lançou o iPhone 4S, em outubro, as ligeiras mudanças apresentadas decepcionaram analistas e críticos, mas a demanda do consumidor pelo aparelho vem se mantendo forte e os compradores estão usando seus novos celulares intensamente.

Os usuários do iPhone 4S transferem, em média, três vezes mais dados que os do iPhone 3G, modelo anterior usado como referência em um estudo pela Arieso, companhia de tecnologia de redes.

EFE
Versão mais recente do smartphone da Apple, o iPhone 4S
Versão mais recente do smartphone da Apple, o iPhone 4S

O consumo de dados do modelo precedente, o iPhone 4, era apenas 1,6 vez superior ao do iPhone 3G, enquanto o tablet iPad 2 consome cerca de 2,5 vezes mais dados que o iPhone 3G, segundo o estudo.

A atual geração de smartphones tem maiores exigências de banda às operadoras de telefonia móvel, em função da oferta de aplicativos mais desenvolvidos e do uso mais intenso de vídeo.

O aumento acentuado no consumo de dados coloca mais pressão sobre as operadoras de telefonia móvel para que acelerem investimentos na ampliação de capacidade de redes, considerando que já enfrentam congestionamento em função da demanda ampliada por serviços móveis de dados.

O consumo de dados de um celular inteligente depende do que o usuário solicita do aparelho.

"Uso o iPhone 4 e, quando ouvi falar inicialmente dos recursos do 4S, não me convenci a correr para comprá-lo. Mas os números sobre consumo de dados que tenho visto me fazem supor que esteja perdendo alguma coisa", disse Michael Flanagan, vice-presidente de tecnologia da Arieso.

Segundo ele, os tablets usam interfaces e plataformas de software parecidas com as de um celular inteligente e, por isso, seu consumo de dados se assemelha ao dos smartphones mais sofisticados.

"Um tablet continua a parecer um celular inteligente aumentado", acrescentou Flanagan.
 
 
 
Fonte: Folha

 
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