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BOLSISTAS BRASILEIROS TERÃO DÓLARES PARA COMPRAR LAPTOP NOS EUA

06/01/2012 01:00:00

Ao lançar, em meados de dezembro, novos editais para o programa de bolsas no exterior Ciência sem Fronteiras, o governo prometeu que cada estudante levaria um laptop, tratado como instrumento indispensável para os cursos.

A ideia, segundo explicou o ministro Aloizio Mercadante em audiência no Senado Federal, era aproveitar pregões eletrônicos já realizados para a aquisição dos primeiros 1,5 mil equipamentos, dos bolsistas que viajam agora em janeiro.

Segundo o MCTI, porém, não houve tempo hábil para efetivar a compra dos laptops. Por isso, no lugar dos computadores, esses primeiros estudantes receberão US$ 1 mil adicionais junto com a primeira mensalidade da bolsa.

?Como não foi possível fazer uma licitação, no primeiro mês, na bolsa de estudos que ele vai receber lá nos Estados Unidos, ele vai ter US$ 1 mil a mais para comprar o seu equipamento? , explicou o ministro Aloizio Mercadante.

Convidado do programa Bom Dia Ministro, transmitido nesta quinta-feira, 5/1, pela EBC, Mercadante disse que o equipamento ?é indispensável nas melhores escolas do mundo para que você tenha acesso a Internet e a todo o conteúdo pedagógico digital?.

Celulares

No programa, o ministro também anunciou que negocia com operadoras de telefonia o uso de torres de telecomunicações para a instalação de 1,5 mil pluviômetros, como parte do sistema de alerta contra desastres naturais.

?Estamos conversando com algumas empresas, uma empresa inclusive já está participando dessa iniciativa, para colocarmos os pluviômetros nas torres de telecomunicações, porque as torres têm energia e têm fibra óptica?, explicou.

Segundo Mercadante, como essas torres ?estão em morros estratégicos nos grandes centros urbanos, poderíamos rapidamente melhorar muito a nossa rede de pluviômetros e a nossa capacidade de análise?.

Outros 3 mil pluviômetros, manuais, serão comprados e distribuídos pela Defesa Civil em diferentes comunidades. Nesse caso, com o uso indireto das mesmas torres de telecomunicações.

?Em algumas regiões não temos fibra óptica, não temos como colocar um pluviômetro automatizado. Aí é manual, vai olhar, ligar pelo celular e avisar o que está acontecendo?, completou Mercadante.
 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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