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AMD FX-8150

30/12/2011 01:00:00

A nova geração de processadores Bulldozer gerou uma grande expectativa no mercado como um todo, ao prometer recolocar a AMD em condições de igualdade para brigar com a Intel no segmento das CPUs de alta performance. Tido como a ?grande esperança? da companhia, o fato é que ao ser lançado, a nova geração decepcionou (ao menos em parte) os fãs da companhia.

Aliás, no início de dezembro, a própria AMD emitiu uma nota à imprensa, informando que abandonará (até segunda ordem) o segmento de processadores de alto desempenho. Em contra partida, a companhia focará em nichos mais estratégicos (e de grande volume), como é o caso dos dispositivos portáteis. Esta iniciativa está alinhada com a nova política de reestruturação implantada recentemente pela empresa, onde visa o aumento da eficiência operacional como forma de reforçar o posicionamento competitivo da empresa frente ao mercado.

Se por um lado a linha Bulldozer não conseguiu disputar em condições de igualdade com as versões mais poderosas da linha Core i7, por outro, as novas CPUs chegaram com preços extremamente agressivos em se tratando de um processador de 8 núcleos. Aliás, trata-se da primeira CPU octo core para o mercado doméstico. Ao que parece, o objetivo da AMD é o de "popularizar" os processadores hexa-cores e ocoto-cores nos lares dos consumidores.

Eis aqui um fato interessante. De quantos núcleos precisamos atualmente? Ou melhor, um processador com mais núcleos necessariamente será mais veloz que outro com menos? As respostas para as duas perguntas é a mesma: depende! Games normalmente se dão muito bem com CPUs com 3 e 4 núcleos. Entretanto, é necessário que a CPU trabalhe em uma frequência de operação elevada, haja vista que há jogos onde um processador com menos núcleos, mas com alto clock, funciona melhor do que em outro com mais núcleos, mas com frequência de operação menor. Em certas aplicações multimídias ? como de edição de imagens e vídeos ? a presença de uma grande quantidade de núcleos acelera (e muito) o desempenho final do processamento. Assim, a chave para o sucesso parece a harmonia entre alto clock e grande quantidade de núcleos.

Uma das vantagens do Bulldozer para a AMD está na modularidade de sua arquitetura. Com isso, a companhia tem condições de construir processadores mais simples com 2, 4, 6 ou 8 núcleos, podendo, inclusive, fabricar soluções bem mais robustas com 10, 12, 14, 16 núcleos, ou até mais.

Além de contar com um processo de fabricação (litografia) mais refinada, a nova geração possui ainda como destaques uma expressiva quantidade de memória cache ? chegando até a 16MB (L2+L3), além de diversas novas instruções (com o intuito de acelerar o desempenho), como é o caso do SSE, criptografia, e AVX para operações de ponto flutuante, bem como as inéditas FMA4 (para aplicações voltadas para a computação de alto desempenho ? HPC) e XOP (para aplicações muntimídias e numéricas).

Finalmente a nova geração Bulldozer possui ainda melhorias na tecnologia de overclock automático, o TurboCore, e suporte para memórias DDR3 mais velozes.

 
 
Fonte: Adrenaline

 
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