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TRÁFEGO DE DADOS VIA DISPOSITIVOS MÓVEIS NO BRASIL É O MENOR DA AMÉRICA LATINA

23/12/2011 01:00:00

A comScore divulgou nesta quinta-feira (22/12) estudo sobre o acesso à Internet via dispositivos móveis na América Latina. Segundo o instituto, esses aparelhos responderam por 2,6% do tráfego na região no mês de outubro.

O Brasil, portanto, com 1,3%, ficou abaixo da média. O País tem o menor índice do continente, enquanto que Porto Rico, com 5,9%, lidera, à frente de Costa Rica (3,7%), Chile (3,1%) e México (2,9%). Entre os motivos que explicam a péssima posição do país estão as tarifas cobradas pelas operadoras para o acesso à rede.

O levantamento também divide o tráfego de acordo com o dispositivo pelo qual ele é gerado. Interessante notar que, em relação à participação dos tablets, o Brasil lidera com 39,9%, próximo da Colômbia, que tem 38,9%. Por outro lado, a fatia que os celulares possuem no País colocam-no em penúltimo na classificação, com 56%, acima somente de Porto Rico (45,6%) - a Argentina é a primeira do ranking, com 77%.
 

"O consumo de conteúdo digital está se expandindo rapidamente para múltiplos dispositivos conforme um maior número de latino-americanos passa a se conectar à Web via smartphones e tablets", afirmou Alejandro Fosk, vice-presidente sênior para a América Latina.

Apesar do crescimento do Android, o iOS domina o mercado latino-americano. Em todos os países pesquisados ? com exceção da Argentina ? o sistema é responsável pela maior parte do tráfego. No Brasil, por exemplo, chega a ter uma participação três vezes maior que a do Android: 60,6%, ante 19,6% do rival. Na Colômbia, a diferença é maior ainda: 64,3% e 11,9%.

É importante ressaltar, porém, que as estatísticas se referem ao tráfego de dados, que, não necessariamente dá uma ideia correta sobre o número de dispositivos que a plataforma possui no continente. A RIM conseguiu seu maior índice na Venezuela (14,2%) e seu pior, no Brasil (0,7%), provavelmente porque seus usuários não consomem tanto quanto os do iOS ? baixam menos aplicativos e navegam menos na Internet, por exemplo.

"Entender como essas múltiplas plataformas influenciam os hábitos de consumo de conteúdo digital deve ser prioridade para publicitários, anunciantes e editores no planejamento para 2012, porque as novas realidades do mundo digital multiplataforma vão se tornar cada vez mais desnorteantes com o tempo?, alertou Fosk.
 
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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