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BRASILEIROS QUEREM INTEGRAR TV ÀS REDES SOCIAIS

12/12/2011 01:00:00

 
 

A Motorola Mobility apresentou esta semana nos EUA uma pesquisa inédita sobre os hábitos de consumo de mídia em 16 países, a "Media Engagement Barometer - How do people consume media and the internet". Pela primeira vez, a América Latina fez parte do painel, que entrevistou 9 mil pessoas, na América do Norte, Europa, Brasil, México e Argentina.

Segundo a diretora para o mercado doméstico nas Américas da empresa, Liz Davidoff, os dados levantados mostram as tendências-chave às quais as operadoras devem atentar para gerar aumento de receita e base de assinantes. De acordo com o estudo, 72% das pessoas entrevistadas discutem o conteúdo da TV com seus amigos pelas redes sociais enquanto assistem aos programas. Em 2010, eram apenas 38%. Recomendações de filmes e séries são desejadas por 62% dos entrevistados. E 50% apontaram interesse em conectar o serviço de TV às redes sociais. "Percebemos que a conectividade tem que ser inteligente, os dispositivos precisam conversar entre si" diz Liz.

O Brasil lidera o uso de social TV na região, e está também acima da média global. No País, 43% das pessoas entrevistadas usaram as redes sociais para recomendar conteúdos.

Também foi pesquisado o hábito de consumir TV em dispositivos móveis. No Brasil, 38% dos entrevistados afirmam ver conteúdos de TV no celular/tablet, enquanto na China este número é de 70%. O Brasil é o maior usuário de mobile TV da região e o segundo do mundo. Ao todo, 19% dos brasileiros entrevistados afirmam assistir a vídeos no celular diariamente. Clique aqui para obter mais detalhes sobre o estudo.

Segundo o estudo, o usuário da América Latina passa por semana, em média, 3 horas jogando games, 6 horas em redes sociais, 11 horas vendo TV ou filmes e 12 horas navegando na internet. São cinco horas semanais a menos de TV que na pesquisa do ano anterior.

Ainda segundo Liz, as maiores barreiras para a adoção de social TV são as limitações de acesso (rede), a falta de interesse e a dificuldade de uso. "Não é só questão de convergência tecnológica. O uso deve ser simples para o usuário", completa.
 
 
 
 
Fonte: Revista HT

 
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