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QUE TAL ABASTECER SEU PRÓXIMO CARRO COM AMÔNIA?

21/10/2011 01:00:00

Esqueça por um momento as batalhas judiciais envolvendo patentes e tablets: vamos falar de combustíveis limpos. Hidrogênio é muito bacana, porém a maioria dos consumidores ficaria um pouco nervosa ao dirigir pela cidade com um tanque pressurizado de hidrogênio líquido embaixo do banco. O custo também é alto, e o peso da armazenagem do combustível torna o hidrogênio impróprio para veículos de passeio. Não seria interessante alguma companhia criar uma alternativa barata e mais leve?

Gostaríamos de apresentar a SilverEagles que, em parceria com a Texas Tech University, está desenvolvendo uma maneira de utilizar amônia como combustível. Mais especificamente, eles estão trabalhando na produção de amônia de uma forma relativamente portátil e transportável, e que será levada aos consumidores finais, de acordo com a New Scientist

 Com custo baixo de produção e utilizando apenas eletricidade, optar pela amônia como fonte de combustível poderia ajudar muito a diminuir as emissões de gases estufa, já que essa substância só produz nitrogênio e vapor de água quando é incinerada, ao contrário dos hidrocarbonetos, óxido de nitrogênio, dióxido de carbono e móxido de carbono. Além disso, a amônia pode ser utilizada na maioria dos motores com poucas modificações. Já que a eletricidade pode ser obtida a partir de fontes renováveis (solar ou eólica), essa é uma solução verde com muito potencial, caso seja implementada corretamente.

Qual o objetivo e o impacto na natureza?
A ideia é desenvolver uma maneira de criar hidrogênio de forma barata. O processo atual, chamado eletrólise, não é necessariamente de custo baixo, porém o modelo de eletrólise que está sendo desenvolvido pela SlverEagles e pela Texas Tech pode tornar a amônia um combustível verde realmente barato. 

No entanto, é importante mencionar que a amônia em si é considerada um perigo para o meio-ambiente, já que peixes e anfíbios não conseguem remover a substância de seus corpos, e, em sua forma líquida, ela pode ser fatal para a vida aquática que estiver por perto caso seja despejada, e a frequência desse tipo de acidente poderá aumentar se a produção de amônia for aumentada para escala de utilização como combustível. 
 
 
 
 
Fonte: IDGNow

 
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