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HOMEM É PRESO POR FAZER AMEAÇAS À VIDA DE UMA MULHER VIA TWITTER

13/10/2011


Reprodução
Alyce Zeoli
Alyce Zeoli, também conhecida como Jetsunma Ahkon Lhamo, uma líder budista de Maryland, EUA, não sai de casa há cerca de 18 meses devido a tweets vindos de William Lawrence Cassidy. E para quem acha que é exagero, as mensagens eram brutais e ameaçadoras, como "Faça um favor ao mundo e vá se matar. PS: Tenha um bom dia".


Segundo o NYTimes, o FBI afirma que Cassidy enviou mais de 8 mil tweets entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010, quase todas para Zeoli e sua equipe. Ele foi preso e acusado de cyberstalking (perseguição ou assédio online).

Segundo os investigadores, os tweets causaram "aflição emocional substancial" em Zeoli. Também fizeram com que ela temesse por sua vida, ao ponto de contratar seguranças armados para proteger sua casa.

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Os advogados de defesa argumentam que, mesmo sendo ofensivas e "emocionalmente angustiantes", as mensagens foram transmitidas em uma plataforma pública e são protegidas pela Primeira Emenda. Porém, Cassidy tem acusações de incêndio, assalto, violência doméstica e até de levar uma "arma perigosa" dentro de um avião, em 1993, histórico que certamente pesará na decisão do juiz.

Cassidy alegou ser um budista reencarnado quando entrou para a organização da vítima, usando um nome falso e um suposto câncer de pulmão - doença que ele jamais teve. William foi designado para a equipe executiva, mas foi expulso após suspeitarem de sua falsa identidade e descobrirem que a história do câncer era mentirosa. Depois disso, os tweets começaram.
 
 
 
 
Fonte: Olhar digital

 
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