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REDE SOCIAL OBRIGA EMPRESA A MUDAR ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO

29/09/2011

Na estratégia de comunicação das empresas, é preciso pensar menos em mídias e mais em fluxos de redes. Este foi um dos conselhos dados por Chris Perry, presidente de comunicações digitais da agência americana de comunicações corporativas Weber Shandwick, na segunda apresentação de hoje (28/9) do Digital Age 2.0 2011, conferência de comunicações e marketing realizada pela Now! Digital Business. O evento segue até amanhã (29/9).

?Estamos revendo nossa forma de pensar sobre conteúdo?, contou Perry, ao falar de Content Fusion, ou como as mídias sociais têm mudado o marketing e as comunicações corporativas. ?Pensamos cada vez menos na forma convencional, tradicional. Pensamos menos em mídia e mais em fluxo de redes. Menos sobre ´nós´ e ´nossa mensagem´ e mais sobre entender o que as pessoas querem, sobre o que elas se importam. Não haverá mais ´big broadcast´. A ideia de canal exclusivo vai se fragmentar em diferentes tribos e mídias?, avalia.

Entender essas mudanças será fundamental para as agências de comunicação, aconselha Perry. ?No passado, veiculávamos nosssa ideias em comerciais de 30 segundos, press releases, b-roll. O ambiente tornou-se muito mais diverso, com bloggers, influenciadores, vídeos na web. Mas as ideias permanecem no centro de tudo. O social sobrevive.?

O executivo lembrou o papel fundamental das ações de mídia social em casos como o da General Motors à época em que buscava escapar da falência. ?Mudamos o tom do diálogo em mídias sociais, do negativo para o aceitável.?

Para Perry, mídia social não pode ser encarada como um mero job, nem pelas agẽncias, nem pelos clientes. ?Mídia social é sobre estabelecer um diálogo e compartilhar conteúdo. Ela envolve marca, serviço ao clente, oferta de produtos. Não é como fazer um site ou cuidar dos diversos serviços web como se fossem pedaços.

É preciso uma mudança de mentalidade?, diz. Para isso, torna-se fundamental encontrar no cliente um parceiro. ?É preciso o exercício estratégico de encontrar, dentro do cliente, quem é mais entusiasta sobre mídias sociais. Além disso, a agência deve evitar ser fornecedora de serviços de prateleira e adotar uma atitude mais consultiva.?
 
 
 
 
Fonte: Computerworld

 
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