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VEM AÍ A BANDA LARGA DA SKY

22/09/2011

Confirmando o que já se sabia nos bastidores, a operadora de TV por assinatura Sky assina hoje, dia 21 de setembro, um acordo com a Telebrás para uso do backhaul da estatal na oferta do serviço de banda larga em Brasília. Segundo informações da Tela Viva, a expectativa é que a operadora lance o serviço no próximo mês, usando a faixa de 2,5GHz do MMDS para o acesso.

A exploração da freqüência de MMDS pela Sky tornou-se possível após a aquisição da MMDS ITSA (ex-TV Filme) há alguns anos. A ITSA conta com licenças sediadas em 12 cidades: Bauru (SP), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Franca (SP), Goiânia (GO), Porto Velho (RO), Presidente Prudente (SP), Uberaba (MG) e Vitória (ES). Além destes municípios, as outorgas dão o direito à prestação do serviço nas respectivas regiões metropolitanas, até o limite do raio de 35 km. É exatamente nessas praças que a Sky pode oferecer o serviço de banda larga via MMDS, começando por Brasília.

Luiz Eduardo Baptista, presidente da Sky, garante que a operadora de  DTH não está aderindo ao PNBL e nem vai oferecer banda larga ao preço de R$ 35. ?Escolhemos a Telebrás porque eles nos ofereceram uma oferta competitiva e profissional, mas infelizmente não dá para fazer o serviço a R$ 35 com os custos que me foram impostos pela Anatel?, disse Bap à Tela Viva. Ele se refere ao fato da Anatel ter cobrado valores considerados elevados pelo uso da faixa de 2,5 GHz para o serviço de SCM e para o próprio serviço de MMDS. ?A agência, ao estabelecer esses valores, tirou a minha oportunidade de um novo entrante ter uma oferta que force uma redução de preços das empresas estabelecidas?, diz.

Ele não dá detalhes de como será a banda larga da Sky em Brasília, nem sobre quais os diferenciais para ter uma oferta que brigue com a GVT, Net e Oi, que já estão na cidade. Declarou apenas que a Sky deve ser das primeiras operadoras do mundo a oferecer a banda larga na tecnologia de TD-LTE. ?Escolhemos essa tecnologia porque é para onde o mundo, sobretudo a China, está indo, então a escala é garantida no longo prazo?, afirmou. Sobre a possibilidade de oferecer no futuro mobilidade na faixa de 2,5GHz, ele diz apenas que é um desejo, mas que se a Anatel cobrar R$ 100 milhões por isso em Brasília, os beneficiados serão apenas as operadoras móveis que já estão no mercado, porque a competição fica inviável.
 
 
 
 
Fonte: Planet Tech

 
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