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BOLSAS NO EXTERIOR FOMENTARÃO ELITE INTELECTUAL EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA, DIZ MERCADANTE

17/08/2011

Cerca de 250 instituições de ensino superior começarão, em 1º de setembro, a inscrever os primeiro 2 mil estudantes beneficiados com bolsas no exterior. É o início do programa Ciência sem Fronteiras, cujo objetivo é conceder 75 mil bolsas de estudo ? número que pode chegar a 100 mil com ajuda das empresas brasileiras ? até 2014.

?É imposto do povo para formar uma elite intelectual para darmos um salto de qualidade em ciência, tecnologia e inovação?, afirmou o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, durante o anúncio das bolsas.

Segundo ele, essa elite intelectual ? ?os melhores alunos do Brasil, nas melhores universidades do mundo? ? será essencial para viabilizar os projetos de inserção em áreas de tecnologia de ponta, especialmente em setores como o de semicondutores.

?Precisamos de mil engenheiros em uma linha de semicondutores, recursos humanos que não dispomos hoje. Começamos esse processo com a gradativa nacionalização dos tablets, com as empresas percebendo que há mercado para isso no Brasil?, completou.

Para o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, o programa de bolsas vai ?expor os nossos melhores talentos a um ambiente onde inovação e empreendedorismo já são o padrão?, contribuindo para uma ?visão internacional de ciência e tecnologia?.

As primeiras 2 mil bolsas serão destinadas a estudantes que já fazem parte dos programas de iniciação científica ou tecnológica (Pibic e Pibiti), mas os estudantes a serem indicados pelas instituições de ensino devem preencher uma séria de requisitos.

Em especial, devem estar em áreas ligadas às engenharias, ciências básicas ou tecnológicas, e, no caso das primeiras ? destinadas a graduação sanduíche, de até 12 meses ? precisam ter concluído mais de 40% e menos de 80% do curso.

Esses, como todos os 75 mil (ou 100 mil) bolsistas do programa serão enviados para 238 universidades selecionadas entre as melhores do mundo nas áreas focadas pelo Ciência sem Fronteiras.

As universidades e institutos federais de ensino já podem começar a preparar as indicações, que serão aceitas pelo sistema do CNPq a partir de 1º de setembro. Nessa modalidade de bolsas de graduação, novas serão oferecidas a cada seis meses.

O mesmo CNPq deve lançar até o próximo mês editais para bolsas para jovens talentos e professores visitantes ? a meta da entidade para 2011 é de 3.890 bolsas, das 35 mil sob sua responsabilidade. Outras 40 mil serão da Capes.


 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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