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HACKERS SÍRIOS ATACAM REDE SOCIAL DO ANONYMOUS

09/08/2011

Depois do grupo Anonynous assumir os ataques ao site do Ministério da Defesa da Síria, um grupo sírio retaliou a nova rede social dos Anonymous, removendo o site do ar e exibindo mensagens que contém imagens fortes de carnificina. Esse movimento, que aconteceu no AnonPlus, site inaugurado pelo Anonymous no mês passado, não foi revindicado. 

A Monk School of Global Affairs da Universidade de Toronto, todavia, creditou os ataques a um grupo chamado Syrian Electronic Army, em uma post no Twitter. ?Em resposta aos ataques ao site do Ministério da Defesa da Síria, o povo sírio decidiu purificar a internet do seu site patético?, escreveram os hackers. 

O Syrian Electronic Army (Exército Eletrônico Sírio) foi ligado a outros ataques contra sites que postaram conteúdos criticando o regime da Síria, que tem sido condenado mundialmente pela repressão brutal aos protestos contra o governo. Hoje (8/8), de acordo com o jornal The New York Times, mais três países do Golfo (Arábia Saudita, Bahrein e Kuwait) removeram seus embaixadores de Damasco, em protesto à opressão feita pelo presidente Bashar al-Assad. 

O ataque ao AnonPlus incluiu fotografias explícitas de corpos queimados e afirmações de que militares e civis sírios foram mortos pelos manifestantes. O grupo Anonymous ficou conhecido por derrubar, durante o fim do ano passado, sites da Mastercard, Visa e Pay-Pal, em ações em defesa ao Wikileaks.  

Até às 19 horas (horário de Brasília), o endereço continuava offline, no entanto um screenshot mostrando o conteúdo do site alterado foi divulgado. ?Ao povo sírio: o mundo se une a vocês contra o regime brutal de Basher al-Assad. Todos os tiranos irão cair, e graças a sua bravura, Basher al-Assad é o próximo? escreve o manifesto. O site do Ministério da Defesa da Síria é hospedado por um provedor em Damasco, de acordo com informações do serviço WHOIS. Outros endereços que pertencem ao governo também estão localizados nos mesmos servidores do provedor, incluindo o Ministério de Informações, que continua online. 
 
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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