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´NÃO HOUVE VANTAGEM´, DIZ CLICKON SOBRE VENDA DE MINI COOPER

28/07/2011

Um automóvel importado oferecido a preço de nacional popular esquentou os ânimos da Internet brasileira na segunda-feira (25/7), depois que o site de compras coletivas ClickOn anunciou a iminência de ofertar um Mini Cooper One por 30 mil reais ? o preço normal é 69.950 reais.

Em fóruns e redes sociais, muitos usuários manifestaram descontentamento em relação às regras da oferta. Além de questionarem a quantidade de produtos ? havia apenas um carro à venda, situação atípica em compras coletivas -, internautas preocuparam-se com o vazamento, antes da hora, do link da promoção, e até com a exigência de um cartão de crédito com limite suficiente para pagar os 29.999,99 reais pedidos.

O principal fórum foi a página do ClickOn no Facebook. Lá, o aviso de que o comprador foi Daniel Chevrier, de Campinas (SP), recebeu mais de 260 comentários, muitos deles críticos.

O site respondeu no próprio Facebook. ?Muitos estão se perguntando como foi feito o processo de aprovação para a compra do carro. Recebemos 30 pedidos em 1 segundo. Em ordem sequencial, os pagamentos foram sendo validados e o primeiro pagamento confirmado foi o do cliente Daniel, que levará o carro.? A explicação recebeu outros 285 comentários.

Vazamento
O CEO do ClickOn, Marcelo Macedo, reconhece que alguns usuários puderam visualizar a página da oferta antes da maioria, mas minimiza o problema. ?O que aconteceu é que nossos links têm um padrão. Eles fizeram testes, uma pessoa descobriu e postou o link. Mas nenhuma dessas pessoas participou da compra por saber disso, pois a oferta ainda não havia sido validada. Quem descobriu não teve vantagem em relação aos outros?, garante.

Macedo explica que a intenção era ofertar mais carros. ?A ideia era fazer uma quantidade maior de veículos. Mas demorou. Então tivemos a notícia de que nossa ideia estava na mão da concorrência e fizemos por conta própria. O carro estava comprado havia uma semana. A venda estava prevista para ocorrer nesta quinta (28/7) ou sexta-feira (29/7). Tivemos de antecipar.?

Se só havia um carro, por que não um sorteio? ?Tem várias coisas?, explica o CEO. ?Primeiro, é preciso ter registro prévio. Isso leva 60 dias. No nosso mercado, 60 dias é uma eternidade. Segundo, você entrega à sorte. Isso é comparado ao que o rádio, por exemplo, faz há muito tempo.?

Regras claras
Para Macedo, as regras da oferta estiveram claras o tempo todo. ?Todos sabiam que era apenas para uma pessoa, uma oportunidade única. Sempre esteve claro que seria um só, sempre esteve claro a mecânica, acho que tivemos de dar muito pouca explicação depois. A comunidade se autorregula. O conceito é o mesmo da
Black Friday (dia de promoções do varejo dos EUA). As pessoas fazem fila para aproveitar as promoções e quem chegar primeiro leva.?

Em relação ao engajamento, Macedo avalia que o resultado foi positivo. ?Tivemos 14 mil novos fãs. Não vimos quantos deixaram a página, não foi significativo. Por dia, recebemos de 1 mil a 1,5 mil novos fãs no Facebook.?

?Nossa percepção foi a de que os usuários ficaram com um gosto de quero mais. E, isso, já estamos viabilizando?, sinaliza o CEO.
 
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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