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VMWARE QUER SER A MICROSOFT DA CLOUD COMPUTING

14/07/2011

 

Disposta a se transformar na "Microsoft da cloud computing", a VMware apresentou esta semana melhorias em seu mecanismos de virtualização, o vSphere 5. Além disso, a empresa lançou aquilo que vem chamando de "suite de infraestrutura de cloud", voltada a questões de implantação de segurança, back-up e automação do processamento e armazenamento em ambientes de cloud computing.

Paul Maritz, CEO da VMware, comparou a ação da companhia ao lançamento do Microsoft Office na década de 1990. Todos os programas trabalhavam muito bem juntos e rodavam sob a plataforma da própria Microsoft - o sistema operacional Windows. Segundo o executivo, a VMware está fazendo a mesma coisa para infraestruturas automatizadas de computação em nuvem.

Em seu blog Bits, no New York Times, Steve Lohrs afirma que se trata de fato de uma solução conveniente para os clientes. No entanto, parece haver uma questão maior por trás dela. "Não estariam os grandes fornecedores de software para cloud, como VMware, Microsoft, IBM e Oracle oferecendo apenas mais uma tecnologia para ´amarrar´ o cliente? Chamar de ´cloud´não faz do produto menos proprietário", destacou o especialista.

Maritz, que passou 14 anos na Microsoft na época de vacas gordas (entre 1986 e 2000), diz ter uma resposta. Ele diz que a maioria das empresas quer que a infraestrutura de cloud simplesmente funcione e, claro, afirma que as ofertas da VMware funcionam melhor que as concorrentes. De alguma forma, diz o executivo, essa camada se transforma no novo hardware.

Mas depois da camada de infraestrutura, no nível dos aplicativos que rodam em cloud, as empresas precisam de mobilidade e querem que esses aplicativos sejam portáteis, observa o CEO da VMware. De acordo com Maritz, essa portabilidade é garantida com o Cloud Foundry, um serviço hospedado e gerenciado pela VMware, que possui um projeto open source para o desenvolvimento de ferramentas de portabilidade - CloudFoundry.org. "Não queremos que essas nuvens se transformem no equivalente moderno do mainframe", provoca o executivo.

Justo, mas plataformas de software são plataformas de software. "Quando são de propriedade ou controlada por uma única empresa, a história sugere que aderência - e não portabilidade - seja a prioridade", finaliza Lohr.
 
 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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