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EMPRESAS AINDA ESTÃO ESTUDANDO A NUVEM, DIZ PESQUISA

22/06/2011

A Symantec divulgou hoje (21/06) o resultado da edição 2011 da ?Pesquisa sobre Virtualização e a Evolução para a Nuvem". O estudo analisou como as empresas estão migrando seus negócios para ambientes virtuais e híbridos de cloud computing e constatou que as organizações vivem ainda um processo de aprendizagem. Uma das conclusões da pesquisa, por exemplo, foi de que há diferença entre os ganhos que as organizações esperavam obter e a realidade alcançada após a adoção das tecnologias.

O estudo ainda revelou que as maiores preocupações dos CEOs (Chief Executive Officers) e CFOs (Chief Financial Officers) quando se discute migrar seus negócios mais críticos para ambientes virtuais ou nuvem são confiabilidade, segurança, disponibilidade e desempenho. A Symantec contratou a Applied Research, que realizou 3,7 mil entrevistas com executivos de 35 países, das quais 125 do Brasil. O estudo destacou cinco áreas de virtualização e nuvens: virtualização de servidores, armazenamento como serviços, virtualização de desktop/endpoint, storage-as-a-Service privado, e computação em nuvem privada ou híbrida.

O gerente de engenharia de sistemas da Symantec Brasil, Andre Carrareto, explica que as empresas esperam obter uma lista de benefícios quando adotam tecnologias de Virtualização e Computação em Nuvem, tais como redução de despesas, melhor desempenho, maior preparação para uma recuperação de desastres entre outros. Segundo o executivo, a pesquisa mostrou que muitas companhias constatam que a tecnologia não ?entrega? o que era esperado. ?Há uma discrepância entre as expectativas e a realidade e isso tem haver com a maturidade das organizações, com o conhecimento que o cliente tem da tecnologia. Essa falta de conhecimento gera a expectativa [aquém do que eles esperam].?

Em relação à cautela das empresas na adoção da nuvem em áreas críticas, muitas estão avançando com cuidado. Querem usufruir dos benefícios da tecnologia de Virtualização/Nuvem, mas também estão atentas aos eventuais riscos. Se houver, por exemplo, alguma chance de um aplicativo ficar inativo ou de perda de dados, as companhias preferem que a inovação seja adotada em áreas menos críticas da operação.

?Uma terceira conclusão do estudo é que as empresas querem a garantia de um nível de serviço, ou seja, que as operações tenham um desempenho melhor com a adoção da nuvem ou virtualização?, informa Carrareto. Segundo ele, sacrificar o desempenho não é uma opção. ?Trata-se de um desafio para o mercado. Quem tinha aplicação in house e migrou para o mundo virtual o desempenho tem de ser no mínimo igual.?

O executivo também destaca que há um ?desalinhamento? entre executivos de TI e os de outras áreas, como os CFOs. ?As outras áreas têm ainda muitas dúvidas em relação à virtualização e nuvem híbrida. Eles estão preocupados com desempenho, segurança e confiabilidade. Ficam se perguntando se podem colocar seus dados sem sacrificar segurança". Para o executivo está faltando mais comunicação entre a TI e outras áreas das empresas.




Fonte: Computerworld

 
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