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ADOBE CORRIGE MAIS BUGS NO FLASH PLAYER

16/06/2011

Pela segunda vez em nove dias, a Adobe disponibilizou uma atualização crítica no Flash Player que corrigia uma falha que já estava sendo explorada por hackers. A companhia também lançou um update para o popular PDF Reader para eliminar 13 novos bugs e muitos outros que a empresa ainda não tinha corrigido.

A corrupção na memória do Flash Player foi classificada como ?crítica? pela Adobe, que afirmou que os problemas poderiam ?potencialmente permitir que um hacker tomasse controle do sistema afetado?. ?Há relatos de que a vulnerabilidade está sendo explorada em ataques direcionados por meio de sites maliciosos?.

A Adobe liberou uma atualização de emergência em 5 de junho, que corrigia uma falha crítica que hackers estavam explorando para roubar credenciais do Gmail.

Esses ataques foram diferentes dos que a Google divulgou na semana passada, quando acusou hackers chineses de buscar informações de usuários específicos,  que incluíam oficiais sêniores dos governos sul e norte-americanos, ativistas e jornalistas anti-chineses, com mensagens que tentavam enganar os usuários e levá-los a digitar logins e senhas em uma falsa página de acesso do Gmail.

A Google, que inclui o Flash Player no Chrome, também atulizou seu navegador na última terça-feira para incluir a versão corrigida do complemento.

A Adobe já enviou correções quatro vezes nos últimos dois meses, e seis vezes neste ano.

Apesar de a maior parte das vunerabilidades do Flash poder ser explorada usando documentos em PDF especialmente criados ? o Reader inclui ?authplay.DLL?, uma versão personalizada do Flash que renderiza conteúdos dentro de PDFs - , a Adobe disse que o novo problema no Flash não tem impacto no leitor de PDFs. 

Além da falha de segurança, as atualizações também corrigiram 13 vulnerabilidades do Reader. Sua mais nova versão, Reader X, recebeu 17 updates.

Das 13 atualizações, 11 eram classificadas como ?críticas? pela Adobe, como a Apple , que como a Apple não tem um sistema que pontuação de multipla escolha. Em vez disso, a empresa usa a expressão "pode levar à execução remota de código" para afirmar que, explorando o bug,  os hackers podem ser capazes de sequestrar o sistema e implantar um malware na máquina.
 
 
 
 
Fonte: IdGNow

 
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