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FORNECER ROI MAIS RÁPIDO E MELHOR

15/06/2011

Nas últimas décadas, você precisou lidar com uma comunidade empresarial que teve problemas para ver o valor da TI.

Agora, os seus parceiros têm uma profunda apreciação por TI. Seu trabalho, portanto, deve ser muito mais fácil! Se não for, então você descobriu o paradoxo do CIO: o negócio aprendeu muito sobre tecnologia, mas seu trabalho está ficando mais difícil.

?Dez anos atrás, tivemos de convencer o grupo de que as compras automatizadas, via leilões reversos, eram melhores do que as RFPs em papel, e isso levou tempo?, diz Ralph Loura, CIO da Clorox (CLX).

?Agora, você não tem mais de persuadir a empresa de nada. Eles assumem que irá funcionar e querem o retorno rápido.?

Com as companhias prontas para começar a investir novamente, a velocidade de implementação e os resultados passam a ser uma demanda difícil de administrar, segundo Mitch Klaif, CIO da Time Inc.

?Nos últimos meses, quando a economia começou a permitir a inovação de produto, a empresa via a chance de aproveitar a possibilidade de retorno rápido.? Essa urgência de obter ROI coloca uma pressão enorme sobre o CIO, em relação à velocidade de entrega e ao time to market, e há muitas opções para gerenciar esse desafio, incluindo:

Gerir estrategicamente os lançamentos ? Em resposta ao impacto da economia sobre a indústria da construção, Nick Colisto, CIO na Hovnanian Enterprises (HOV), liderou a implementação de uma plataforma operacional que combina 12 aplicações em um negócio altamente descentralizado. ?Com uma plataforma operacional comum, podemos oferecer inovação muito mais rapidamente?, diz Colisto.

Mas os ganhos de velocidade de entrega seriam perdidos se a equipe de TI consumisse muito do seu tempo realizando mudanças na plataforma. ?Em vez de reagir a quem está gritando mais alto sobre alterações no sistema, temos um processo formal de governança?, diz Colisto. ?Fazemos quatro lançamentos por ano.?

Novas funções na TI ? Um obstáculo para o tempo de entrega é a tendência para projetos de alto perfil, demandarem muitos recursos.

Um exemplo é um novo sistema de CRM. ?Com todas as mãos no convés do projeto, você pode rapidamente estar em um modo que impossibilita qualquer outra tarefa?, diz Loura da Clorox. ?Isso significa que todo mundo está com excesso de requerimentos, como o arquiteto de domínio, que é implacavelmente perseguido e encurralado no corredor. O arquiteto deve ficar atento às novas tecnologias, mas está gastando 80% do tempo em projetos de design.?

Loura desenvolveu uma série de novas funções na organização, incluindo um designer de solução: um especialista em processo que age como amortecedor para o arquiteto. ?Isso deixa espaço na agenda do arquiteto para manter o foco no que realmente importa?, diz Loura.

Equipes multidisciplinares ? Um desafio à rápida entrega é que muitas vezes há muros intransponíveis entre as áreas de negócios e TI, criando ineficiências para traduzir as necessidades comerciais em tecnologia, diz Kevin Chase, CIO da TXU Energy. Para criar um melhor alinhamento, Chase e seus pares das áreas de de negócios decidiram criar equipes conjuntas coproprietárias dos projetos, tais como processos de gestão de receitas. Contando com as pessoas de TI, operações e do departamento de desenvolvimento de produtos, essas equipes conquistaram melhorias na gestão de projetos.

?No passado, oferecíamos soluções antes que a área de negócios pudesse ajustar o desenvolvimento, porque não tínhamos uma abordagem integrada de entrega do começo ao fim?, diz. ?Agora, temos melhor compreensão da estratégia da empresa, das necessidade de treinamento e de programação.?

Estamos, inacreditavelmente, em uma nova idade da computação, em que muitas das antigas regras de entrega de TI (que, ironicamente, ainda são jovens) não se aplicam mais. As demandas de seus clientes internos ou externos são grandes e eles as querem agora. De muitas maneiras, esse insaciável apetite do negócio para a tecnologia é um bom sinal, contanto que você descubra como alimentá-lo.

 
Fonte: CIO

 
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