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COREIA DO NORTE TREINA PESSOAL EM CIBERGUERRA NO EXTERIOR, ACUSA DESERTOR

02/06/2011

A Coreia do Norte vem tentando aumentar sua capacitação em ciberguerra enviando programadores para treinamento em outros países nas técnicas hacker mais atuais, afirmou um desertor daquele país em uma conferência de segurança em Seul (Coreia do Sul).

De acordo com Kim Heung-kwang, que fugiu do fechado país comunista em 2003, a unidade de ciberguerra do quartel-general de Reconhecimento da Coreia do Norte teve seu quadro ampliado de 500 para 3 mil pessoas, informou a Reuters.

"Esses prodígios são formados com o melhor ambiente e, se eles concluírem a universidade com ótimas notas, seus pais que moram nas províncias ganham a oportunidade de morar na capital Pyongyang", disse Kim, que falou como chefe de uma rede de desertores autointitulada Solidariedade dos Intelectuais da Coreia do Norte.

"Depois de estudar em universidades locais, esses estudantes ganham o privilégio especial de continuarem seus estudos no exterior", disse.

Dado o comportamento instável do país - demonstrado pelo incidente de novembro de 2010, no qual uma vila de pescadores na Coreia do Sul foi bombardeada - sua capacitação em ciberguerra tem sido acompanhada com bastante atenção.

Apenas duas semanas atrás, surgiram notícias sobre uma faculdade norte-coreana que supostamente treina 120 estudantes por ano em operações de ciberguerra.

Descobrir o que isso significa em termos práticos não é fácil - muitos países ao redor do mundo também investem na capacitação de equipes de ciberguerra.

Em nada colabora a tendência da Coreia do Sul de apontar o dedo para a Coreia do Norte em casos de ciberataques, mesmo quando as provas não são claras. No começo de maio, a Coreia do Norte foi responsabilizada pela queda dos computadores de um banco sul-coreano.

Em meados de julho de 2010, a Coreia do Norte foi responsabilizada por uma série de ataques cibernéticos contra os Estados Unidos e sites sul-coreanos. Mais tarde, descobriu-se que as ações não tinham conexão com o país comunista.
 
 
 
Fonte: IDgNow

 
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