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CONGRESSISTAS AMERICANOS COBRAM SONY POR VAZAMENTO DE DADOS

02/05/2011

Dois membros do Congresso dos Estados Unidos pediram explicações a Sony nesta sexta-feira pelo recente vazamento de dados das contas de usuários de sua plataforma de videogames em rede PlayStation Newtwork, informou o "The Wall Street Journal".

A republicana Mary Bono Mack e o democrata George Kenneth Butterfield enviaram uma carta dirigida a Kazuo Hirai, à frente da divisão de videogames da companhia japonesa, cobrando informações sobre o caso.

Na quarta-feira, a Sony indicou que informações pessoais de seus 77 milhões de usuários da rede PlayStation Network, incluindo números de cartões de crédito, podem ter caído nas mãos de hackers após um ataque virtual, pelo que recomendou que as pessoas vigiem seus extratos bancários.

Os dois congressistas pediram que a Sony detalhe quando teve ciência da falha em seu sistema de segurança, por que esperou dias para avisar seus clientes e quais medidas estão sendo tomadas para impedir um novo ataque de hackers de agora em adiante.

A Sony, por sua vez, afirmou nesta sexta-feira que os dados bancários dos usuários de sua plataforma de videogames estão codificados, insistindo que, ao menos por enquanto, não há provas de que tenham sido roubados.

A empresa também reconheceu que outras informações pessoais, como nomes, e-mails e contra-senhas, não estavam codificadas.

O ataque também afetou o serviço Qriocity, lançado em 2010 e que permite baixar e reproduzir filmes e músicas através de modelos do televisor Bravia, do reprodutor de Blu-ray e do home theater fabricados pela Sony.

A companhia assinalou que trabalha em cooperação com as autoridades judiciais para encontrar os responsáveis pelo ataque à rede online do PlayStation, que tem usuários em cerca de 60 países, e ao Qriocity.

As plataformas ficaram fora do ar na semana passada após a empresa descobrir o ataque, ocorrido entre 17 e 19 de abril. A empresa espera restabelecer o PSN e o Qriocity em aproximadamente uma semana, assim que tiver certeza da segurança de ambos.
 
 
 
 
Fonte: Folha

 
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