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POLÊMICA: APPLE APROVA APLICATIVO HOMOFÓBICO PARA IPHONE

22/03/2011

  Ativistas pelos direitos homossexuais estão enfurecidos com a recente aprovação da Apple de um polêmico aplicativo para iPhone de um grupo religioso que diz buscar ?a liberdade da homossexualidade pelo poder de Jesus Cristo?. Para serem oferecidos na App Store, os programas passam pelo processo de aprovação da empresa de Steve Jobs, que tem poder de veto.

Responsável pelo app, o grupo chamado Exodus International acredita que a homossexualidade é essencialmente um distúrbio que precisa ser tratado com métodos religiosos. ?(Exodus International) usa táticas de medo, desinformação, estereótipos e distorções da vida LGBT para recrutar clientes?, afirma a organização pelos direitos homossexuais Truth Wins Out, que iniciou recentemente uma petição online no Change.org pedindo para a Apple retirar o app de sua loja. Até o fechamento desta reportagem, a petição já tinha mais de 80 mil assinaturas.

Uma das principais preocupações da organização é a tentativa do Exodus International de ter apelo junto aos jovens. ?Esse novo aplicativo para iPhone é a ação mais recente da perigosa estratégia do Exodus de focar nos jovens. Em tempos dos recentes suicídios de jovens LGBT, essa tática é particularmente preocupante, já que cria, legitima e estimula o ostracismo de jovens LGBT por suas famílias?, diz a Truth Wins Out no prefácio de sua petição. Tanto a Associação Médica Americana quando a Associação de Psicologia Americana rejeitam a ideia de que a homossexualidade seja uma condição que exija algum tipo de terapia ou tratamento.

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App homofóbico para iPhone causou polêmica

Dilema
Essa não é a primeira vez que a Apple aprova um aplicativo contrário à homossexualidade. Em dezembro do ano passado, o Manhattan Declaration, um grupo que define a homossexualidade como uma conduta imoral, teve um app para iPhone por pouco tempo na App Store. A empresa de Steve Jobs removeu o software em questão após cerca de oito mil pessoas assinarem uma petição no Change.org. Na época, a Apple afirmou ter removido o aplicativo por ser ?ofensivo para muitas pessoas?.
 
 
 
Fonte: MacworldBrasil

 
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