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USUÁRIOS DE IPHONE SÃO MAIS PROPENSOS A CAIR EM GOLPES ONLINE, DIZ ESTUDO

11/01/2011 01:00:00

 

Acessar a Internet com o uso de dispositivos móveis oferece maior risco à segurança do que via desktop, pelo menos quando o assunto são golpes de phishing, segundo um relatório da empresa de segurança online Trusteer.

De acordo com o estudo, usuários de telefones celulares estão três vezes mais propícios a oferecerem dados confidenciais em sites de phishing do que internautas via PC. Como também, são os que caem mais rápido neste tipo golpe, possivelmente por estarem online durante mais tempo.

Dentre eles, os proprietários do iPhone são os mais vulneráveis, aproximadamente oito vezes mais propensos a acessarem sites de phishing do que usuários de um BlackBerry, por exemplo, diz o estudo.

O resultado impressiona, principalmente porque, segundo dados de outubro, o smartphone da Research in Motion (RIM) era líder do mercado norte-americano, com 36% de participação. À época, o iPhone representava apenas 25%. 

Os possíveis motivos, segundo a Trusteer, são que os usuários podem receber alertas constantemente via celular ou smartphone, tornando-se mais difícil ignorar um e-mail. As pequenas telas também podem influenciar, já que tornam mais difícil obter informações importantes, como o nome completo do remetente e as primeiras frases do e-mail.

Além disso, mudanças no layout das mensagens e de websites fraudulentos nos aparelhos móveis tornariam mais difícil detectar eventuais irregularidades. Principalmente porque as pessoas não enxergam todo o corpo do texto e clicam em links mais rapidamente. 

Outro problema apontado é que os usuários de smartphones se julgam imunes a tipos de malware, que afetam desktops e laptops. Apesar das previsões, vírus e malwares em equipamentos móveis ainda são relativamente raros.

Para a Trusteer, a educação dos usuários é a solução principal para problemas como esse. No entanto, não é a única. Navegadores móveis não têm a mesma segurança que browsers para PC como o Firefox ou o Chrome, tanto que a identificação de phishing é um recurso ainda ausente em aplicações para smartphones.
 
 
 
Fonte: MAcworldBrasil

 
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