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CONTEÚDO NA WEB TEM CONSUMO E PESSOAS DISPOSTAS A PAGAR

31/12/2010 01:00:00

Um recente pesquisa conduzida Internet & American Life Project do Pew Research Center - e que foi divulgada nesta quinta-feira (30/12) em seu site - mostra que quase dois terços (65%) do público norte-americano adulto já pagou por acesso a conteúdo na internet.

Mas antes que os produtores desses conteúdos comecem a comemorar, sugerimos que deem uma olhada na natureza dos dados que, na perspectiva desse público, vale a pena pagar para consumir.

Os dados foram colhidos em um levantamento com 755 adultos entre os meses de outubro e novembro de 2010. Aos entrevistados era perguntado se já haviam pago para baixar determinado tipo de conteúdo na web. Eis as respostas:

* 33% pagaram para acessar músicas online
* 33% compraram algum tipo de software;
* 21% acharam válido pagar por aplicativos para smartphones ou tablets;
* 19% gastaram com licenças de jogos digitais;
* 18% assinaram veículos de notícias online (diferentes editorias);
* 16% pagaram pela exibição de conteúdo multimedia (TV, shows, jogos);
* 15% investiram em novos toques para celular;
* 12% compraram imagens digitgais;
* 11% realizaram assinatura de acessos premium em sites que também divulgam conteúdo sem custo;
* 10% adquiriram livros eletrônicos;
* 7% desembolsaram com o acesso a podcasts;
* 5% investiram em acessórios e preferências em jogos digitais (armamento, energia, moeda corrente);
* 5% pagaram por códigos para quebrar a segurança de jogos digitais;
* 5% assinaram sites de relacionamento;
* 2% acessaram conteúdo erótico.

Com conteúdo musical e de software liderando com um terço dos respondentes cada afirmando já ter gasto com esse tipo de informação, o abismo que os separa da terceira posição (aplicativos para mobile) descreve uma realidade que deve ser alterada fortemente pelo fato de os tablets estarem em seus primeiros meses de vida. A participação de conteúdo para tais dispositivos na fatia de mercado tende a subir com sua disseminação.

O mesmo não pode ser dito de quem gera os arquivos de redes de podcasts e de códigos para quebrar a segurança de jogos online.

Os dois segmentos competem contra uma miríade de provedores que espalham seus produtos sem custo. A quantidade enorme de soluções sem custo e de desempenho satisfatório disponíveis em cada uma das categorias é tremenda.

Existem versões trial (para degustação) de softwares à vontade que dão conta do recado, e é possível assistir a vídeos no YouTube com qualidade de televisão (alguns deles cópias piratas).

Enfim, como diz Rupoert Murdoch ?O que é de graça veio para ficar?.

Se por um lado é positivo perceber que existe consumo de contéudo produzido para as mídias digitais, é desanimador notar que o volume financeiro movimentado por esse consumo é mínimo - dos entrevistados, 43% admitiram gastar entre 1 um e dez dólares ao mês na web. 
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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