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AS EMPRESAS ESTÃO NAS REDES SOCIAIS, MAS OS CEOS?

24/11/2010 01:00:00

Ouvimos aos borbotões notícias de empresas que ingressam nas redes sociais. Mas, quando é o CEO, a história é diferente.

Um estudo da agência internacional de relações públicas Weber Shandwick aponta que 64% dos comandantes das maiores companhias do mundo não têm perfis nas redes sociais.

A informação está na pesquisa ?Socialize seu CEO: De (anti)social a social?. O trabalho procurou identificar as atividades de comunicação publicamente visíveis, como entrevistas a jornais e revistas e atuação na internet.

Segundo o estudo, nove entre dez CEOs das 50 maiores empresas do mundo se comunicam por canais convencionais: 93% são citados em reportagens da imprensa internacional e em veículos de negócios.

A comunicação online, por sua vez, não é comum  no cotidiano desses executivos. O principal canal de exposição são perfis sobre eles na Wikipédia. No mais, a atuação é modesta: 36% participam de alguma maneira dos sites de suas companhias ou redes sociais. Nestes casos, os exemplos são os compartilhados pela maioria dos internautas, como Twitter, Facebook, LinkedIn ou blogs corporativos, entre outros.

A pesquisa procurou identificar também quem é o CEO ativo nas redes sociais. Veja alguns de seus traços característicos:

* CEOs que participam atividamente de redes sociais geralmente comandam organizações muito conhecidas.

*  Os ?CEOs sociais? participam de mais de uma rede: 72% deles utilizam 1,8 canais na intenet.

* Os CEOs americanos são os mais participativos.

* Quanto maior o tempo no cargo, maior a atuação nas redes. Segundo a pesquisa, os CEOs com até 3 anos no cargo participam menos que aqueles que têm mandatos médios ( 3 a 5 anos) ou mais longos (acima de 5 anos). As porcentagens, respectivamente, são  30%, 38% e 43%.

E por que então os CEOs participam tão pouco das redes sociais?

Segundo a Weber Shandwick, uma das razões é que prevalece a ideia nesse público de que o tempo é melhor empregado no relacionamento com clientes e funcionários. Isso sem falar no fato de que o departamento jurídico costuma recomendar cautela na web 2,0, avalia Weber Shandwick.
 
 
 
Fonte: IdGNow

 
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