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EM LINHAS DE CELULAR POR HABITANTE, BRASÍLIA BATE ATÉ A FINLÂNDIA

19/11/2010 01:00:00

O que já era esperado, aconteceu. O Brasil ultrapassou em outubro a marca de um celular por habitante, informou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta quinta-feira (18/11).

O índice de teledensidade registrado em outubro pela Anatel foi de 100,44 acessos por 100 habitantes (ou 1,0044 acesso/habitante) ? resultado da divisão do número de acessos (194.439.250) pela população estimada do Brasil (193.587.465).

E a taxa de ?teledensidade? pode ser ainda maior, caso utilizemos o total preliminar do Censo 2010 divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 4/11.

Segundo o IBGE, os 5.656 municípios brasileiros somam 185.712.713 pessoas. Isso resultaria numa teledensidade de 104,7 acessos por 100 habitantes.

Brasília x Finlândia
Ao trazer as teledensidades por Estado e região do País, o comunicado da Anatel abre caminho a constatações curiosas.

Entre as regiões, a de maior teledensidade é a Centro-Oeste, com 1,2006 celular/habitante. O Sudeste vem em seguida, com 1,1057. Completam a lista o Sul, com 1,0412; Norte (0,8395); e Nordeste (0,8316).

O interessante é que a média do Centro-Oeste é puxada para cima apenas por causa da teledensidade do Distrito Federal, que é a maior do País: 1,7085 celular/habitante.

É um índice de Primeiro Mundo, semelhante ao apontado em 2009, pela ITU (órgão internacional que regula as telecomunicações), para Hong Kong (1,7939 linha/habitante), e maior que o da conectada Finlândia (1,4459 linha/habitante).

Entre os Estados, São Paulo é o segundo, com 1,1776 ? índice bem próximo ao que tinha a Bélgica no fim de 2009. Mesmo nosso Estado lanterninha no ranking ? o Piauí, com 0,7474 linha/habitante ? é superior ao que tinha o Canadá no ano passado.

Dificilmente, no entanto, a proporção entre celulares pré-pagos e pós-pagos nesses países será parecida com a do Brasil ? onde, pelos dados de outubro da Anatel, 82,19% das linhas são pré-pagas.

Como se vê, a teledensidade pode ser importante, mas está longe de contar a história toda.
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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