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CA APOSTA EM PROVEDORES DE SERVIÇOS PARA CRESCER NO BRASIL

11/11/2010 01:00:00

Inserida em um mercado global cada vez mais orientado a infraestruturas virtualizadas e direcionado ao conceito de computação em nuvem, a CA resolveu focar no fornecimento de software de automação para esses ambientes. Na América Latina, e Brasil especialmente, onde a atenção das companhias para soluções de SaaS (software como serviço) e IaaS (Infraestrutura como Serviço) é crescente, a CA aposta com força nos provedores de serviço de TI como cliente alvo. Em especial, as operadoras de telefonia que buscam montar ofertas de maior valor.

Em viagem de negócios na América Latina, o vice-presidente global de virtualização da CA, Subo Guha, busca reforçar essa disposição no Brasil em eventos para potenciais clientess, com a presença de provedores de serviços como Telefônica, Siemens, Ativa e Tivit. Segundo Guha, sua meta é mostrar que já há produtos para usar esse segmento como grande viabilizadora de serviços que trazem eficiência de custo, de disponibilidade e de agilidade de negócios.

?Muitos provedores de serviço falharam na década de 90, época em que ainda era muito caro construir uma infraestrutura para atender a esse mercado. Hoje, com a eficiência que as novas tecnologias trazem, isso é mais viável. E os softwares de automação de gestão trazem ainda mais benefícios para esse tipo de companhia?, avalia Guha.

Focando também nos setores de serviços financeiros, varejo e manufatura, a companhia acredita que a transformação dos departamentos de TI em provedores de serviços internos é uma medida efetiva para justificar melhor os custos gerados por cada departamento, além de identificar gargalos e provisionar serviços de forma mais adequada.

Um dos recentes investimentos da companhia foi a compra da 4Base Technology, empresa de consultoria para infraestruturas de nuvem e virtualizadas, incorporada à CA para ampliação da oferta de análises de viabilidade e de sistemas para projetos corporativos. Os valores da negociação não foram revelados.

Na jornada rumo a esse mercado, a companhia também considera, como fundamental, a estratégia de não ficar restrito a fornecedores específicos, mantendo a aderência a todas as plataformas de mercado. "Acreditamos nisso como um diferencial para a nossa oferta, já que muitos fornecedores estão muito preocupados em vender pacotes fechados, o que pode aprisionar o cliente em um conjunto específico de soluções", defende Guha.



Fonte: Computerworld

 
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