Página Inicial



twitter

Facebook

  Notícia
|

 

PLANO DE BANDA LARGA VAI FRACASSAR, DIZ ACIONISTA DA OI

29/10/2010 01:00:00

O Brasil não tem um Plano Nacional de Banda Larga, disse o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, acionista da Oi. Ele fez essa afirmação durante painel na Futurecom 2010, onde teceu várias críticas ao projeto do governo federal de massificar internet rápida no Brasil e o papel da Telebrás.

Azevedo, que já foi vice-presidente da Telebrás e presidente das operadoras Telemig e Telemar, começou sua artilharia contra o governo federal, dizendo que não entendia porque estava participando de um painel sobre o tema ?Implementação do Plano Nacional de Banda Larga para a realidade brasileira?.

O executivo considerou que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), criado pelo governo federal para levar acesso de baixo custo para 4.283 cidades até 2014, é inviável. Ele acha que a iniciativa não dará certo por não prever redução de impostos para a prestação dos serviços.

Na avaliação de Azevedo, o PNBL deveria ter passado  inicialmente pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). ?Vai fracassar porque nem o governo, nem ninguém, vai pagar a conta?, disse o executivo, argumentando que não basta apenas fazer política pública.

Azevedo também criticou a proposta do governo de colocar infraestrutura nas mesmas regiões onde as teles já estão presentes. ?Setenta e dois por cento das cidades listadas têm quatro plataformas de banda larga?, comentou o acionista da Oi.

Apesar disso, Azevedo considera que o PNBL é uma oportunidade, embora tenha questionado o fato de a Oi ainda não ter feito nada para massificar a banda larga.

Como resposta, o executivo prometeu oferta de banda larga popular em toda a área de cobertura da Oi a partir do próximo ano, confirmando o anúncio feito um dia antes pelo presidente da operadora, Luiz Eduardo Falco.

A Oi não revelou preço nem velocidade de sua banda larga popular. Tanto Falco quanto Azevedo disseram apenas que a operadora vai entregar o que o consumidor pedir e o que ele puder pagar.
 
 
 
 
Fonte: Computerworld

 
Indique esta notícia Indique esta notícia para um amigo

Início Notícias  | Voltar