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LOJA DE APLICATIVOS DA TIM É ATIVADA NO BRASIL

15/10/2010

Anunciada há um ano, a iniciativa chega ao mercado nacional com mais de 500 aplicativos, todos desenvolvidos em Java, linguagem escolhida por ser a mais popular entre os desenvolvedores. Batizada de TIM App Shop, a loja integra a estratégia da operadora de popularizar o uso de serviços de conteúdo em toda a cadeia de terminais celulares e não apenas nos smartphones.

A loja, desenvolvida na plataforma Plaza Retail, da Qualcomm, também terá a gestão tercerizada pela empresa. A repartição da receita, um dos pontos-chave do negócio será feita entre TIM, Qualcomm e desenvolvedores, mas os percentuais de cada um não foram revelados. Mas a ordem da TIM é a de viabilizar ainda mais o download de aplicativos em qualquer celular.

"Não podemos garantir que os aplicativos funcionarão em terminais muito antigos, mas a nossa proposta e, por isso, escolhemos Java, para simplificar bastante o processo, é o de permitir que o serviço fique disponível para o maior número possível de assinantes. Não há distinção entre o pós-pago e o pré-pago", detalha Nabor Coutinho, gerente de Serviços de Valor Adicionado da TIM Brasil. Hoje mais de 100 modelos de aparelhos são compatíveis com os aplicativos existentes na TIM App Shop.

Indagado o que levaria um assinante a ir comprar aplicativos numa loja de operadora, Coutinho observou que há vantagens nesse processo de compra direta. "O pós-pago pode comprar um aplicativo e pagar diretamente na sua conta, com a identificação. No pré-pago, o custo é descontado no saldo. Nas lojas de aplicativos, hoje, a exigência do cartão de crédito é uma realidade. E para muitos no Brasil, o acesso ao cartão ainda não existe", avalia.

Também questionado sobre o porquê de a loja ter levado um ano para ser estruturada, Coutinho disse que o tempo foi necessário para efetuar todos os testes recomendados e para equalizar a parte de produção de aplicativos. E foi nesse período, por exemplo, que se optou em ser 100% Java. "É a linguagem preferida dos desenvolvedores e bastante adaptada ao mundo GSM", explicou.

Para acessar a loja de aplicativos, o assinante pode fazê-lo por meio de um ícone no site wap da TIM ou pelo timappshop.com no browser do aparelho. O preço médio dos aplicativos varia entre R$ 5 e R$ 10. E para incrementar a demanda, a TIM decidiu que os dados trafegados durante a navegação dentro da loja e no download do aplicativo não são cobrados. "Temos a certeza que o usuário pagará o custo de um aplicativo que o interessa, apesar de também estarmos cientes que os aplicativos gratuitos chamam muita a atenção", salienta Coutinho.

A loja permite ainda oferecer aplicações gratuitas e de baixo custo para o cliente, em troca de publicidade incorporada como elemento-chave para os desenvolvedores. Assim, os desenvolvedores podem oferecer uma variedade maior de aplicativos gratuitos ou de baixo custo, utilizando a apresentação de anúncios como fonte de receita.

De acordo com pesquisa do Gartner, divulgado em janeiro deste ano, o gasto mundial de consumidores em lojas de aplicações móveis será de US$ 6,2 bilhões este ano, com mais de 4,5 bilhões de downloads. A pesquisa estima que até 2014 a receita deste mercado subirá para US$ 29,5 bilhões.

Pelo site www.tim.com.br/desenvolvedor, os desenvolvedores podem conhecer um pouco mais do modelo de negócios e os benefícios oferecidos e saber como fazer parte da TIM AppShop. Para mais informações, visite www.tim.com.br/desenvolvedor.

 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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