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´NÃO TEMOS COMO COMPETIR COM A POSITIVO´, ADMITE EXECUTIVO DA SAMSUNG

04/10/2010

Uma das principais fabricantes de eletrônico no mundo, a Samsung admite que ainda não tem como ser uma das líderes no mercado brasileiros de notebooks. "Não temos como competir com a Positivo", admite Ronaldo Miranda, VP da divisão de soluções de TI da empresa.

De acordo com o executivo, graças às vendas governamentais, fabricante nacional tem uma escala que a permite ter preços impensáveis para os coreanos. 

De toda forma, a Samsung promete brigar para terminar 2011 entre os cinco maiores players do mercado, diz Miranda. Para isso, anunciou ontem (30/9) que está reforçando sua linha de notebooks e netbooks. De quatro notes e três nets disponiveis no país até agosto, agora a empresa terá 12 e seis, respectivamente, até o final do ano.

Miranda explica que o reforço na linha de notebooks é uma medida para "se adequar à demanda do mercado". Ele explica que, enquanto a divisão média do mercado é de 80%/20% (notes/nets), na Samsung está em meio a meio. "Optei por essa estratégia inicial para testar mercado, fábrica, distribuição", diz o executivo. 

A estratégia da Samsung será enfrentar as multinacionais com peso no Brasil, como Acer, HP e Dell, deixando Apple e Sony na briga pela faixa superior de preço.

Outra frente será a de notebooks corporativos, que deve chegar ano que vem. Atualmente, esse mercado corresponde a somente 2% das vendas da empresa em micros portáteis. "Ainda não estávamos preparados para atender esse mercado", admite Miranda. "É preciso treinar equipe e canais", diz.

Por fim, a chegada do tablet Galaxy Tab, prometida para novembro, deve vitaminar a imagem da marca na área dos portáteis, além de abrir um novo segmento, acredita o executivo.

Netbooks

Passada a febre inicial ? e prejudicados pela imagem ruim dos primeiros "xing-ling" que chegaram ?, a tendência dos netbooks é serem produtos de nicho, acredita Miranda. "Eles são um sucesso entre os jovens, que querem estar sempre conectados e não ligam muito para o desempenho, e para trabalhadores móveis, que precisam de algo leve", acredita.
 
 
 
 
Fonte: Uol

 
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