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ENTIDADE FINANCIARÁ PESQUISAS PARA MELHORAR A INTERNET

28/09/2010

A NSF (National Science Foundation ou Fundação Nacional de Ciência), dos Estados Unidos, anunciou que investirá até 32 milhões de dólares em quatro projetos de pesquisa focados no desenvolvimento de uma internet mais robusta e segura.

Cada um dos projetos receberá 8 milhões de dólares em três anos e, segundo a NSF, envolverá 60 pesquisadores de mais de 30 instituições que avaliarão cinco tópicos:

- Tempo para repaginação da web

- Mobilidade em primeiro lugar: a internet original foi baseada em parâmetros fixos, mas, esta nova arquitetura estaria ?centrada na mobilidade como norma, e não como exceção?, disse a NSF. O projeto focaria em serviços de localização e utilização de auto-certificação de endereços de chave-pública para a segurança.

- Nomeação da rede de dados: em vez do roteamento do tráfego baseado em endereços IPs, esta nova arquitetura incidirá sobre o conteúdo real que está sendo transportado e, em seguida, protegerá os dados em si e não o caminho da comunicação.

"É uma mudança radical, mas que achamos que isso possibilita um caminho qualitativamente melhor para eliminar o tráfego de redes redundantes, além de proteger as comunicações e permitir que um grande número de dispositivos wireless tenha acesso a esta arquitetura", disse Patrick Crowley, um cientista da computação da Universidade de Washington.

- Nuvem: a arquitetura transformaria a Internet em um sistema mundial de banco de dados baseados na nuvem, com todos ligados por uma conexão de alta velocidade, além de uma rede backbone extremamente confiável e segura.

- Uma arquitetura de Internet expressiva: isso incluirá funcionalidades de segurança integradas para que os usuários possam ter certeza de que os sites visitados e os documentos baixados sejam legítimos. Além disso, os usuários poderiam obter o conteúdo da fonte mais próxima, e não necessariamente a do host original do conteúdo.

"Muita sabedoria está incorporada na Internet atual, e nós vamos manter isso", disse Peter Steenkiste, pesquisador da Universidade Carnegie Mellon. "Mas as peças dela são claramente discriminadas e não podem ser alteradas apenas com paliativos."




Fonte: Computerworld

 
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