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ASSOCIAÇÃO DAS TELES CRITICA ESCOLHA DAS CIDADES DO PNBL

27/08/2010

Os critérios adotados pelo governo federal para escolha das 100 primeiras cidades, que serão atendidas pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), foram questionados pelas operadoras privadas. Em nota distribuída no início da noite de hoje (26/8), o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), informou que o programa vai duplicar uma infraestrutura já existente.

Segundo a entidade, as operadoras privadas já entregam internet rápida para 97 dos 100 municípios que serão contemplados na primeira fase do PNBL. O sindicato afirma ainda que a meta do governo, de levar conexão banda larga para 4.283 municípios até 2014, será ultrapassada no final deste ano pelo setor. A previsão do segmento é estender a infraestrutura de rede para todos os 5.565 municípios brasileiros até o final de 2010.

Outro argumento da entidade é de que os critérios de escolha das cidades divergem da premissa do PNBL, que era de atender municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). ?Entre as cidades contempladas, estão, por exemplo, Campinas (SP), Guarulhos (SP), São Gonçalo (RJ) e Juíz de Fora (MG), que têm, além de banda larga fixa, pelo menos três operadoras móveis de serviços de internet rápida pelas redes de terceira geração (3G)?, ressata nota do SindiTelebrasil.

As teles contestam ainda o critério utilizado pelo governo de atender cidades que estivessem num raio de 50 quilômetros dos chamados Pontos de Presença (PoP), que dão acesso à rede principal de fibras ópticas da Telebrás. Elas alegam que a lista deixa de fora pelo menos 89 municípios que estão dentro desse raio e ainda não dispõem de serviços de banda larga.

As teles também afirmam que a lista do governo deixa de fora pelo menos 89 municípios que estão num raio de 50 quilômetros dos chamados Pontos de Presença (PoP), que dão acesso à rede principal de fibras ópticas backbone.
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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