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CNN DEMITE EDITORA QUE ELOGIOU VIA TWITTER CLÉRIGO LIGADO AO HEZBOLLAH

08/07/2010

 

O religioso fazia parte de lista de terroristas internacionais feita governo americano em 1995.

No tweet que  provocou a polêmica, Nasr escreveu que era triste saber da notícia da morte de "Sayyed Mohammad Hussein Fadlallah, um dos gigantes do Hezbollah, que eu respeito muito". 

 

 
Elogio a religioso em tweet gerou reações nos EUA

 

Segundo o Yahoo internacional, Parisi Kihosravi, vice-presidente da CNN International, disse que em comunicado interno que Nasr  "deixará a companhia".

"Como vocês sabem, o tweet dela no final de semana criou um ampla reação", escreveu o executivo, reforçando que ela  não deveria ter feito "tal comentário simples, sem qualquer contexto".

"Neste momento acreditamos que a credibilidade em sua posição como editora sênior para assuntos do Oriente Médio ficou comprometida", escreveu.

A posição da jornalista

Em um texto publicado na terça-feira (6/7) na CNN.com , a jornalista afirma que deveria ter tomado mais cuidado e procura explicar sua real  intenção ao elogiar o clérigo.

"A reação ao meu tweet foi imediata, esmagadora e fornece um boa lição sobre a razão de 140 caracteres não serem utilizados para comentar assuntos controversos ou sensíveis, especialmente aqueles que lidam com o Oriente Médio".


"Usei as palavras ´respeito´ e ´triste´ porque, para mim, como uma mulher no Oriente Médio, Fadlallah tomou uma posição contrária e pioneira entre os clérigos xiitas no que se refere  aos direitos da mulher". "Ele advertiu os homens muçulmanos de que o abuso de mulheres ia contra o Islã", explicou em seu post.   


Outros casos


A notícia da demissão da  jornalista da CNN surge pouco tempo depois outros casos de demissões via Twitter no Brasil. 

No dia 30/3, o diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, foi dispensado porque ter tuitado mensagens ofensivas à torcida e ao São Paulo Futebol Clube no domingo (28/3), no calor da da partida entre o clube o Corinthians ? time para o qual ele torce.

Pouco mais de um mês depois foi a vez do jornalista  Felipe Milanez, um dos editores da National Geographic Brasil, da editora Abril, por ter feito posts com críticas à revista Veja, da mesma empresa.


No tweet que gerou a demissão, ele escreve (a transcrição é literal): "Veja vomita mais ´ranso´ racista x indios, agora na Bolivia. Como pode ser tão escrota depois desse seculo de holocausto?" .

A CNN demitiu uma de suas editoras em razão de um elogio feito pela jornalista a  Mohammed Hussein Fadlallah, guia espiritual do partido iraniano Hezbollah. A editora sênior para assuntos do Oriente Médio, Octavia Nasr, escreveu que o clérigo deixava uma ?grande lição? e que o respeitava.  O aiatolá morreu no domingo passado.
 
 
 
Fonte: IdGNow

 
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