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SÓ UMA OLHADINHA NO SITE ERÓTICO. E A EMPRESA PERDE MILHÕES DE DÓLARES

22/06/2010

Quanto tempo passou no Facebook hoje? Alguns minutos, meia hora, mais?

Na verdade, não importa. As visitas para ver meia dúzia de fotografias ou para relatar o longo final de semana pertencem à mesma categoria: não-laboral.

Segundo levantamento realizado pela companhia de pesquisas digitais Nucleus Research, com sedes em Boston (EUA) e em Israel, 77% dos funcionários com conta no Facebook acessam-na durante o expediente.

Acompanhar eventos esportivos, participar de jogos online e visitar sites de entretenimento ? muitas vezes de gosto duvidoso ? fazem parte da lista de atividades não-laborais funcionando a pleno vapor dentro das corporações. 

Apesar de não ser algo exatamente novo, junto com a era web 2.0 surgem nuances que demandam pelo repensar das políticas de uso da internet no trabalho.

Estudos revelam um alto volume de uso da Internet para fins pessoais. A IDC Research, voltada para o levantamento de dados sobre o uso da Internet, afirma que, por até 40% do tempo em que estão navegando, as pessoas tratam de assuntos não relacionados ao trabalho.

Política realista
Para o diretor de TI da rede de restaurantes Bertucci´s, Kevin Quinlan, isso não é novidade alguma. Ele pertence ao grupo dos realistas. Quinlan desenvolveu uma política de uso da web que permite aos empregados uma cota de 15 minutos por dia de uso da rede para acesso a sites pessoais, incluídos aí o Twitter e o Facebook ou outros serviços (mantidos os limites do razoável).

Quinlan afirma que ?as pessoas devem ter o direito de acessar o que quiserem em suas horas vagas?. ?Vir para o escritório não deve ser encarado como algo ruim?, diz, e emenda: ?Não vou estabelecer regras que eu mesmo não possa seguir?.

 
 
 
Fonte: IdGNow

 
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