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TV PORTÁTIL SUBSTITUI O RÁDIO DE PILHA, DIZ FABRICANTE

14/06/2010

Quando os primeiros aparelhos de TV digital portátil começaram a chegar ao Brasil, a transmissão digital ainda engatinhava, e o alto custo não compensava o pouco uso que se faria deles.

Passados dois anos, o preço caiu para a metade. Hoje, uma TV digital portátil custa de R$ 300 a R$ 700, e a maioria possui tela de LCD de 3,5 polegadas.

Apesar do barateamento, elas têm um grande porém: em tempos de equipamentos multifuncionais, a maioria das TVs portáteis só serve para ver televisão.

Pensando nisso, a maioria das marcas disponíveis tratou de agregar extras como sintonia de rádio FM, reprodução de arquivos de áudio e vídeo, entrada para pendrive e gravação da programação.

Tudo isso ainda parece pouco, porém, diante de outros equipamentos com funções mais robustas como celular, GPS e câmera digital.

Então, o que levaria alguém a adquirir uma TV portátil? "Basicamente, preço", afirma André Romanon, gerente de produtos da AOC.

Para ele, o baixo custo do aparelho diante dos concorrentes indiretos pode fazer a diferença.

"A gente entende a TV digital portátil como substituta do radinho de pilha. É um produto com custo interessante e aderência grande em várias camadas de consumidores. Esse mercado só iniciou", aposta.

Divulgação
TV portátil TDP 200, da Tectoy, que reproduz MP3, vídeo e foto; preço sugerido é de R$ 399
TV portátil TDP 200, da Tectoy, que reproduz MP3, vídeo e foto; preço sugerido é de R$ 399

VISTA DE FRENTE

Ao assistir à Copa, o que menos se quer é perder qualquer lance. Logo, a estabilidade da imagem se destacou como o item mais importante na avaliação das TVs portáteis.

Nesse quesito, a TDP 200 da Tectoy se saiu melhor. Foi a única capaz de sintonizar todos os canais digitais disponíveis na região em lugares bem fechados. A captação foi tão boa que não houve necessidade de puxar a antena retrátil embutida nem durante os deslocamentos.

O som também se mostrou limpo e com volume suficiente para enfrentar ambientes barulhentos.

Mas há limitação na visualização das imagens. Dependendo do ângulo de disposição da tela, torna-se difícil compartilhar a exibição com mais alguém.
 
 
 
 
Fonte: Folha

 
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