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SOFTWARE E SERVIÇOS: ENTIDADES FOMENTAM NEGÓCIOS NO EXTERIOR

04/06/2010

A Brasscom e a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) investem recursos da Agência Brasileira de Promoção a Exportações e Investimentos (Apex) para promover a imagem dos serviços de TI brasileiros no mercado internacional.

O BNDES, por meio do Programa de Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (Prosoft), também trabalha nesse sentido. De acordo com o chefe do departamento da indústria eletrônica, Maurício Neves, a entidade está disposta a financiar grandes operações de fusões e aquisições para que as empresas brasileiras aproveitem a oportunidade no exterior. "Apesar de a Índia ser absoluta, temos condições de brigar pelo segundo lugar", afirma Neves.

O presidente da BRQ, Benjamin Quadros, relata que conquistou um negócio importante nos Estados Unidos, graças ao trabalho da Brasscom. "A organização identificou leads em uma concorrência global e colocou nomes de empresas nacionais", diz Quadros.Por conta dessa transação, cujos termos ainda não podem ser revelados, a empresa abrirá operações no Canadá e no México, que também serão aproveitadas para conquistar outros contratos internacionais.

O diretor de relações internacionais da Tivit, Edson Matsubayashi, também sentiu diferença na forma como o País é visto após as ações focadas. Segundo o executivo, existe uma imagem mais forte do Brasil como prestador de serviços e de suas vantagens perante os concorrentes. Por consequência, aumenta o interesse de potenciais clientes.

A Totvs, que já atua no mercado de software, gosta de apostar na força de sua marca para o mercado internacional, apesar de também pegar carona na marca Brasil. A empresa passa por um processo de crescimento gradual em cada um dos países e precisa se posicionar com mais força. "Vender software é diferente de oferecer serviço. Precisamos crescer aos poucos, fornecer aplicativos de acordo com as regras de cada local e conquistar uma presença forte", afirma o presidente da companhia, Laércio Cosentino.

Pontos negativos

Mas nem todos acreditam que o posicionamento ligado ao Brasil é benéfico. Isso ocorre porque o País não está vinculado a alguma expertise específica. A Índia, por exemplo, foi por muito tempo reconhecida pela oferta de help desk, ao mesmo tempo, Israel carrega a reputação de produzir boas soluções na área de segurança.




Fonte: Computerworld

 
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