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EMPRESAS APOSTAM NO MOBILE-BANKING

28/05/2010

A Telefônica prevê que poderá gerar US$ 1,5 bilhão mundialmente por meio de serviços financeiros móveis. A estimativa foi feita durante o Mobile Money Summit, encontro que terminou nesta quinta-feira no Rio de Janeiro. Pablo Montesano, diretor da empresa, disse que "consideramos os serviços financeiros uma das maiores oportunidades dentro do grupo".

Ele afirmou que a Telefônica está analisando um modelo aberto pelo qual poderia partilhar os lucros com vários parceiros. "Estamos preparados para trabalhar com outras operadoras de telefonia móvel para fazer com que os serviços se tornem bem sucedidos", disse. "Mesmo a inclusão de 1% de desbancarizados cria uma melhoria significativa por reduzir a desigualdade.", complementou.

Hugo Janeba, vice-presidente de marketing e inovação da Vivo, disse em sua apresentação que a operadora irá consolidar sua atual gama de serviços financeiros móveis.

A tele está adotando novos modelos de negócios que envolvem parcerias de receita e lucros compartilhados com alguns bancos, empresas de cartão de crédito e companhias de seguros. "Acreditamos que podemos contribuir fortemente para fazer com que os serviços financeiros atinjam novos segmentos da população", disse Janeba. Como exemplo, ele citou a ação conjunta com o Bradesco, que tem como alvo usuários móveis sem conta bancária.

Além disso, a Vivo vai lançar um serviço móvel com a empresa brasileira de cartões de crédito Redecard e o banco espanhol Santander no terceiro trimestre. Ele também citou ações já desenvolvidas como um cartão de crédito móvel lançado em conjunto com o Itaú, cuja emissão foi de 100 mil só nos primeiros seis meses.

Quem também aposta na mobilidade é Raul Moreira, gerente executivo do Banco do Brasil. Ele disse em sua apresentação que o BB tinha 1 milhão de usuários de serviços bancários móveis em 2009. "Temos debatido a questão dos pagamentos móveis, pois o banco sozinho não será capaz de desenvolver esta forma de pagamento. Isso irá passar inevitavelmente pelo modelo do cartão de crédito." Em sua opinião, o mobile banking está atualmente na mesma fase em que a Internet estava entre 1999 e 2000."O que nos mostra a importância da mobilidade daqui a dez anos".
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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