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EMC DESAFIA DOMÍNIO DA HP E IBM NO BRASIL

12/05/2010

A participação da EMC no mercado brasileiro de storage ainda é pequena se comparada à fatia da HP e da IBM. Mas o vice-presidente para mercados abrangentes da EMC, Joel Schwartz, está confiante no poder de sua companhia. De acordo com o executivo, as duas concorrentes terão problemas de deter o avanço da EMC sobre o mercado de ambas.

Segundo Schwartz, o acordo com a Cisco dá muitas vantagens diante das duas companhias, no que diz respeito à conectividade de redes. A VMware, por sua vez, é um grande trunfo na área de virtualização, dando uma característica única à oferta da EMC. ?A 3Com tinha outro foco, não é o suficiente para esse mercado de conectividade de storage e nuvens privadas?, garante Schwartz.

A IBM, por sua vez, estaria concentrando muito de seus investimentos em software e serviços, o que a faria perder competitividade no mercado de nuvens privadas. ?Respeito muito as empresas e a força que elas têm no mercado brasileiro, mas permanência longa no mercado não é garantia de sucesso?, afirma.

O executivo não detalha números da companhia no Brasil, mas afirma que o País garante mais de 100 milhões de dólares no faturamento, o que daria cerca de 1% da receita total da companhia, que fechou 2009 com negócios globais de 14 bilhões de dólares. Schwartz disse também que o Brasil responde por 40% da América Latina, o que daria à região uma participação de cerca de 2,5% nos negócios da companhia. Dentre os países emergentes, o Brasil estaria atrás apenas da China.

A meta, segundo Schwartz, é obter um crescimento significativo no Brasil. O executivo não foi preciso quanto ao número, disse apenas que a perspectiva é ?dois dígitos altos?, mas apontou a Copa do Mundo e as Olimpíadas como dois eventos capazes de alavancar a companhia.

Os investimentos realizados na produção de equipamentos do Brasil é citado pelo executivo como forma de comprometimento com o mercado local. Em fevereiro, a EMC anunciou a ampliação da fabricação de sua linha de produtos no País.

Principais mercados
Assim como disse o CEO da EMC, Joe Tucci, Schwartz confirmou que o setor financeiro será um dos primeiros a adotar a nuvem privada, inclusive no Brasil. De acordo com o executivo, os bancos estão na linha de frente da adoção de novas tecnologias e formam um mercado importante. Os setores de telecom e de exploração de recursos naturais são outros que têm um papel importante na estratégia da companhia.
 
 
 
Fonte: Computerworld

 
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